
Essa parece ser a aposta da situação para estas eleições.
A tranquilidade na blogosfera de oposição não é surpreendente.
Já a mesma tranquilidade do lado governista é.
E se o diagnóstico de que basta mostrar realizações do governo se demonstrar equivocado?
Não poucas eleições importantes são definidas na última semana, com resultados do 51/49 até o 53/47 (para a oposição: Chile-2010, Peru-2011, França-2012; para a situação: EUA-2012, Venezuela-2013, Colômbia-2014)
Não seria melhor ser desde já um pouco menos autossuficiente e dialogar com a sociedade?
Tipo… entender as mudanças de ambiente de 2010 para 2014, os porquês de pessoas serem em um ano situação e no outro oposição?
Entender porque (e para que) alguém em 3º lugar desempenha quase tão bem quanto em simulações de 2º turno?
Só chamar eleitor de “coxinha” não é diálogo… e torcer por falta de água não é programa…



J. Alberto
21 de julho de 2014 11:35 amDepende
… do que chamamos de tempo de TV. Se for os 11 minutos da presidenta, de cara digo que não resolve, pois o PiG está a serviço a oposição 24h por dia.
O tempo de TV que resolve é aquele em que o PiG se enquadrar na lei da mídia… Já vai ajudar bastante o Brasil a ser uma país melhor.
Calvin
22 de julho de 2014 7:54 pmAinda essa bobajada?
Vai ver essa porca é anti-Aécio, ao divulgar a história do aeroporto….
BRAGA-BH
21 de julho de 2014 11:38 amConcordo em gênero, número e
Concordo em gênero, número e grau! Há muito já venho tocando na ferida e dizendo que está faltando diálogo e diálogo objetivo com a massa. Dilma tem um discurso muito politizado e muito diferente daquele proferido por Lula que fala pro povão. O povo consegue entender o que o ex-presidente diz porque este usa palavras de fácil entendimento, do seu dia a dia. Falta ao governo esta capacidade de expor ao povão o que pensa, o que fez e o que fará. Deixar apenas a mídia pautar estas eleições com o staf de governo correndo atras apagando todo o foco de incendio que é criado, não dá. Esta mesma análise serve pra São Paulo. Esperar que o paulista veja na crise hídrica um motivo pra votar na oposição é demias! Tem que ter mais coisas, mais idéias, mais positivismo e mais produtividade!
joao
21 de julho de 2014 3:15 pmconcordo
Somente um ponto.
O grupo formado para a eleicao dela e o proprio governo da Dilma se comunica mal, muito mal mesmo e nao acredito que mudaram sinceramente e francamente, abertamente, Ops. com as organizacoes, grupos, sindicatos e a populacao em geral.
Nao houve e nem havera dialogo. Engole essa papudo, dira a todos. Nao mudarah e ficamos sem opcao ai pode ser tudo e todos. Martelo de dar em doido, nao nivelando, pq o nivel nao eh somente politico, programas, ideias, so existe o nada. Ou seguimos esta estrada q nao dah em nada e nao tem outra soh voltando ao passado e procurar um atalho.
Sds
RobertoN
21 de julho de 2014 11:49 amDiálogo nas eleições não
Diálogo nas eleições não existiu antes não existirá agora.
E uma das novidades desta eleição é a militância dos agora chamados “coxinhas”. Eles sempre exisitiram, mas não se manifestavam de forma tão ostensiva e até agressiva. Agora estão movidos de uma convicção e uma missão. Eles são os frutos de anos e anos de bombardeio midiático.
Ora, a militância das redes, esta que não é do PT mas é de centro esquerda ou esquerda, ou independente de rótulos é favorável a continuidade de reformas ou ao menos tenha-se um governo com um mínimo de preocupação com o tema, o que pode fazer é ironizar, brincar com coisa de ser coxinha, dizer que não vai mais acabar em pizza mas em pó, etc.
Também brincar que o amor vencerá o ódio, este mote desnuda muito das motivações desta nova militância.
A verdade tem novos donos. A ironia é que antes a miltância do PT era um duro osso de roer e agora o que temos: coxinhas!
Rato
21 de julho de 2014 12:00 pmAh! O diálogo!
“Não seria melhor ser desde já um pouco menos autossuficiente e dialogar com a sociedade?”
Dialogar com a sociedade = aceitar que a parte que eu represento tem razão e fazer o que eu mando.
E isso vale também para o diálogo com os empresários.
Só desejo a todos um bom governo do PSDB… com bastante diálogo!
PS: E tem gente que ainda acha que torcida ganha jogo e faz faltar água…
Georgeis10
21 de julho de 2014 12:20 pmAbsolutamente perfeito!
Absolutamente perfeito!
Ronaldo Souza
21 de julho de 2014 12:06 pmErro grosseiro
De fato, é um risco enorme o governo insistir nessa política.
É impressionante a teimosia de Dilma. Parece que João Santana vai resolver tudo. Entre outras coisas ela já esqueceu a estupidez dele quando chamou os outros candidatos de anões.
Lembram que quando cairam de forma assustadora as intenções de voto para ela em função das manifestações de junho ele garantiu que até dezembro ela teria recuperado?
Dezembro já passou há sete meses e olhem como está a situação.
Em que alguns dos seus ministros (já sabemos quais) contribuem? Pelo contrário.
Entre Franklin Martins e Paulo Bernardo, a opção dela é… Paulo Bernardo. Não tem quem aguente.
Caso se concretize o pior, ela será a grande derrotada.
Mas levará todos nós para o buraco.
Com o Brasil junto.
Jorge Luis
21 de julho de 2014 12:07 pmO tempo sozinho não resolve.
O tempo sozinho não resolve. Mas o conteúdo que for apresentado, sim.
Já se anunciou que Lula será o “locutor” dos programas de TV da Dilma. Isso é um ponto positivo. Nem os adversários mais ferrenhos desdenham o carisma e a força comunicativa de Lula.
Quanto ao conteúdo, Dilma tem muitas obras para mostrar. O que a mídia nunca fez. Só mostram quando é pra falar sobre atrasos. Também tem muita comparação que pode ser feita com relação ao governo tucano. Acho isso muito importante. O PSDB quer que o povo esueça o passado, e principalmente, quer que os jovens que não viveram o governo de FHC nem saibam como foi.
Paulo F.
21 de julho de 2014 12:08 pmOranges & apples
Qual a semelhança nos aspectos politicos das eleições que são citadas (Chile-2010, Peru- 2011, França-2012, EUA-2012, Venezuela-2013, Colômbia-2014)? Só para não comparar alhos e bugalhos como diria a Dona Marocas, ou oranges e apples, o comentarista do NYT. Bem quanto a necessidade de ouvir e dialogar com a sociedade vale para ambos os lados, tanto situação e oposição. Ainda mais, deve abranger todos os setores da dita sociedade. Finalmente o poder da TV (e suas implicações em coligações tão impensáveis como o casamento da curuja com o jacaré, ou na proliferação de partidos políticos como brachiaria) é fator de disputa tanto da oposição como da situação. Uma reforma política seria mais que bem vinda, com pontos como o finanaciamento público das campanhas discutido.
vera lucia venturini
21 de julho de 2014 12:08 pmNão é torcer para faltar água
Não é torcer para faltar água em São Paulo:
É mostrar como o governo federal com uma presidente petista, honesta e aplicada como a Dilma Roussef representa muito melhor a população que a elegeu do que um governo como o do estado de São Paulo ou último governo federal com um presidente pessedebista .
Na área social é só apresentar os números de inclusão social como o Bolsa Família que tirou 36 milhões de brasileiros da situação de miséria tendo como base a manutenção de crianças nas escolas e carteira de vacinação em dia , criação de vagas de empregos mantendo indices baixissimos de desemprego, vagas criadas com a criação de 14 novas universidades federai, instituição do Enem com o Sisu, Fies, programas de profissionalização como o Pronatec com 12 milhões de vagas, programas de saúde pública como Mais Médicos e Farmácia Popular.
Apresentação da obras de infra estrutura que foram feitas no Brasil nos últimos anos, PAC, Transposição do Rio São Francisco, Usinas Hidrelétricas etc, Capacidade administrativa na organização de um grande evento internacional como a Copa do Mundo, capacidade administrativa na privatização de estradas e aeroportos com números de retorno para o estado e taxas compatíveis para o cidadão. Atuação mais eficiente da Polícia Federal com relação aos governos tucanos. Energia mais barata a população. Trabalho eficiente na valorização do Brasil na comunidade internacional.Além do gigantesco trabalho na estruturação e ampliação da Petrobrás mantendo-a como empresa brasileira.
Sabe onde a Dilma foi ineficiente: na valorização e respeito, porque a presidente é uma estadista decente, honesta e respeitadora das instituições, a um sistema midiático que é manipulador, mentiroso, anti brasileiro, sem qualquer compromisso com a nação e canino defensor do mercado financeiro.
Aécio pode até ser eleito em cima da desinformação mas com certeza isso significará novamente a perda do nosso destino histórico e da estruturação de um país mais justo.
Alexandre Bitencourt
21 de julho de 2014 12:16 pmA TV ainda supera a força da internet
Nas eleições de 2010 também foi travada uma guerra pela internet, não pelas redes sociais, mas por e-mails. E a eleição se definiu no fim, após a campanha eleitoral na TV.
Com Haddad aqui em São Paulo não foi diferente. Na campanha de TV, Haddad que vinha quase na lanterna despontou na frente deixando para trás o Russomano.
O que há de semelhante em ambas as eleições? Propostas!
A oposição tem as propostas dos blackblocs: “queremos mudar tudo que está aí”! Tem a mídia para transformar falta de gestão em “seca de três mil e seil lá quantos anos”.
O PSDB nunca teve um candidato forte de oposição no estado de São Paulo. Alckimin deu de lavada no Mercadante nos debates. A diferença é que Padilha não é Mercadante.
Gilberto .
21 de julho de 2014 12:42 pmIsto, por si só
Deveria resultar em alguma coisa…
https://jornalggn.com.br/comment/378636#comment-378636
Antes de acontecer isto, nenhuma outra coisa de bom poderia acontecer em relação ao futuro.
Se o governo é autossuficiente em vários assuntos, a população também o é em outros. Prefere apostar em uma “mudança” pouco específica (também autossuficiente), acreditando que “mudar” resolve automaticamente a questão.
A oposição também é autossuficiente, por enquanto só nos acena com a “mudança” e com poucas propostas concretas. Aonde está o discurso competente dela? Não encontrei ainda. Alguém, por favor, me avise se já encontrou!!!
Gunter Zibell - SP
21 de julho de 2014 7:02 pmEu não apostaria no discurso gratidão
No médio prazo pode dar resultados, no longo prazo não.
De +/- 1950 a +/- 1980 foi implantado o Welfare State na maior parte da Europa Ocidental.
Isso não impediu que discursos moralizantes ou de eficiência vencessem depois.
Depois de 20 anos de Democratas a excelência nos indicadores econômicos não impediu vitória dos Republicanos em 1952.
E no empate entre discursos autossuficientes mas inconclusivos o que desempata?
O discurso de mudança, mesmo que vago.
Eu, por exemplo, já estou aceitando qualquer uma. Nem cobro programa.
Podem chamar isso de ‘coxinhice’, de ‘falta de consciência’. Não ligo mais, o cansaço e a indignação se instalaram.
Se grande mídia ou oposições quiserem explorar esses sentimentos, que o façam.
A questão é uma só: se 2010 para 2014 6% de pessoas passaram a pensar assim.
Para o governo e seus apoiadores falta, creio eu, uma coisa importante: um mínimo de alteridade, de disposição a se colocar no lugar do outro. Acham-se convencidos de que fazem tudo certo e assim fica.
Essa pode ser uma diferença que explique o (suposto) sucesso de Alckmin ou PSDB-SP. Eles não brigam com os eleitores. Podem até enrolá-los, podem se fazer de desentendidos, mas não ficam acirrando conflitos.
Lucinei
21 de julho de 2014 7:56 pmOra, Gunter,
é claro que os
Ora, Gunter,
é claro que os candidatos da oposição não precisam ficar “acirrando” conflitos: há uma tropa inteira que faz isso diuturnamente. A tarefa é “terceirizada”.
Você tem uma agenda que percebe que não está sendo cumprida pelo atual governo, ou que percebe que o governo recua.
No entanto, eu não vejo essa agenda na oposição. Pelo contrário, os recuos do governo são causados em grande medida pelo alarido causado pela oposição mais encarniçada ao governo. Na luta entre o bem e o mal que a oposição trava diariamente está exatamente a pauta dos direitos dos homossexuais, dos negros, dos direitos reprodutivos, das drogas… além, é claro, da “moralidade”, sempre seletiva, e, agora, da economia, mesmo com emprego alto e salários com ganho real acima da inflação.
Se você concorda em derrubar um governo “por qualquer coisa” e depois, somente depois ver no que vai dar, é direito seu. Eu não entro nessa mesmo sabendo que esse governo pode ser criticado de várias maneiras. Críticas que não são as que a oposição costuma fazer. Essas, em sua quase totalidade são desonestíssimas.
Gunter Zibell - SP
22 de julho de 2014 12:11 amNão é mais sequer necessário
que a oposição tenha agenda melhor.
E isso se dá com várias situações.
Os estrategistas do governo podem perceber o efeito eleitoral de sensações assim. Ou não.
Leia novamente o post. Eu não estou defendendo voto nenhum nem nada. Só estou apontando sinais do que está acontecendo.
Lucinei
22 de julho de 2014 6:26 amA questão, Gunter,é que
A questão, Gunter,
é que desde o começo do primeiro governo do pt a oposição jamais, jamais fez a crítica política com base na realidade. Em outras palavras: só criticas baseadas em preconceitos políticos.
Todos se lembram: nos primeiros anos do pt no governo a oposição só falava que o pt, “continuou” a obra do psdb e fez tudo diferente do que propunha quando na oposição.
A crença real da oposição era que o pt iria “escangalhar” tudo – todos se lembram do “lulômetro”.
Quando viram que o pt não fez o estrago de incompetência que eles preconceituosamente acreditavam partiram para a crítica moralista com o nítido intuito de derrubar (ou, sangrar) o pt.
E assim continuam até hoje. Com a cumulação dos mesmos preconceitos de sempre.
Portanto, não se trata de critica política. Trata-se derrubar um governo eleito e de desqualifificar quem não adere à tática de derrubar.
Nunca propuseram um debate racional (tanto que até hoje não têm proposta nenhuma pra nada). É só uma disputa pelo poder que cobra do governo uma auto crítica que eles nunca fizeram.
Gilberto .
21 de julho de 2014 8:06 pmNão foi uma afirmação
Gunter,
Eu não estou contando nem um pouco com gratidão. Não dependo diretamente de nenhuma política social. Mas, se dependesse, certamente teria esta gratidão (rs)!
Só penso, que é melhor viver num país mais justo. Estive há pouco durante 20 dias em Portugal, que não vive nos seus melhores dias e, mesmo assim, que diferença de qualidade de vida. Segurança (aliás quase sem polícia ou vigilância), políticas públicas extremamente flexíveis (drogas, liberdades civis, questões LGBT) apesar de se manter-se extremamente católico. Tranquilidade, apesar da grande quantidade de turistas e da grande movimentação cultural e de lazer. Posições críticas, mas fortemente fundamentadas, da esquerda ou da direita. Urbanidade extrema de toda população. Etc, etc.
Você me dirá que é um país pequeno, que seus problemas são outros, etc, etc. Mas há, nitidamente, uma escolha. Mais inteligente, bem verbalizada, fundamentada, apesar da “fama” que gozam os portuguese por aqui…Penso que devemos nos interrogar fortemente à respeito desta nossa “opinião”. Voltei com a nítida impressão que temos muito a aprender com eles. Nós (esquerda e direita) apostamos no conflito, eles apostam no concreto.
Gunter Zibell - SP
22 de julho de 2014 12:18 amPois é.
Só que cada um de nós não pode esperar que o consciente coletivo pense conosco.
Podemos apenas tentar influenciar.
E, nisso de influenciar, o que é melhor?
Influenciar um governo a melhorar…
Ou passar a mão nos erros?
x-x-x-x-x-x
Eu não direi que este ou aquele é um país pequeno. Não atribuo facilidades a países pequenos. Ao contrário, países grandes é que tem facilidades para obter vantagens comerciais e também é onde surgem primeiro grupos inovadores com massa crítica para se fazerem ouvir.
Em geral, claro que há situações de exceção.
DUDE
21 de julho de 2014 12:47 pmE TORCER PARA O APAGÃO É ARGUMENTO?
Ora, Gunter.
Já deu flor.
Está geando.
Mauro Segundo 2
21 de julho de 2014 12:53 pmPrecisam é aprovar
Precisam é aprovar urgentemente na câmara dos deputados o projeto de direito de resposta na mídia (6446/13), que desnudará as mentiras e o terrorismo midiático.
O resto é ganhar em segundos turnos cade vez mais apertados, até a hora em que não der mais e serem escorraçados do governo. Ou alguém acha que Roberto Freire e Aloisio Nunes vão “assumir” o governo? Vão é escorraçar mesmo. E fazer um monte de bobagem, sempre culpando a “herança do PT” pelos maus resultados ( e usando a mídia para isso).
Mas o governo acha que a Blogosfera e o tempo de TV resolvem…paciência.
Avelino de Oliveira
21 de julho de 2014 1:07 pmCaro Nassif e demais
É uma
Caro Nassif e demais
É uma tentativa que acredito nem sempre funcionar.
Dilma acredita que as ações, valem mais do que mil palavras. Que superam os bambardeios diários de 48h.
Conheço pessoas, que receberam bolsa família, hoje estão empregados, com Casa, do projeto, filhos estudando via PróUne, casas mobiliadas, carros comprado. Quer dizer, tudo reestruturado. Mas que não suportam o PT.
Nada disso tinham, agora, ao votar em outro candidato, correm o risco de perder tudo. Não enxergam nada disso, ajudam a distribuir aqueles emails anti-PT.
Saudações
Henrique, O Outro
21 de julho de 2014 1:08 pmUma coisa é uma coisa . Outra
Uma coisa é uma coisa . Outra coisa é outra coisa.
Para o PT o tempo de TV e rádio é de ouro.
É a oportunidade de responder aos quatro anos de
campanha contra do maior partido do Brasil a mídia – na verdade são doze.
Campanha organizada e de forma sistemática e que se espraia também pela internet já que detém os maiores portais de
notícias e blogs ocupados por sicários.
As candidaturas do PT saem de 3% nas pesquisas eleitorais anteriores a campanha de TV e acabam vencendo as
eleições quando os votos são escrutinados
Até as pedras sabem que isto se deve ao tempo de TV e rádio.
Os programas de TV e rádio servem para mostrar o outro lado, sonegado 24 horas por dia.
Até as pedras sabem disto.
Aliás a mídia pode fazer campanha o tempo todo inclusive depois do encerramento do espaço eleitoral, na antevéspera
da eleição no dia da eleição e depois nos quatro anos de mandaato do eleito.
A mídia brasileira, não tem carácter, não é plural, não se detém a verdade factual, é o maior partido político do país de
fato, com liberdade total de ação sem necessidade de prestação de contas a ninguém.
Por isso a preocupação com o maior tempo de TV de Dilma.
Os maiores caciques políticos do Brasil: Frias, Civitas, Mesquitas e Irmãos Marinhos estão sempre em campanha, antes,
durante e após as eleições com a colaboração de seus fiéis milhares de empregados militantes da causa de salvar o
Brasil de seu povo.
Até a novela da TV Globo está engajada na campanha do PSDB, hoje estéia uma nova em foilha.
Os programas de “humor também estão engajados na campanha do PSDB”.
Esta é a melhor democracia que o dinheiro pode comprar segundo Greg Palast.
Ronaldo Souza
21 de julho de 2014 1:11 pmSerenidade e bom humor
RobertoN, concordo inteiramente com você.
As manifestações nas redes mostram duas coisas: desconhecimento e agressividade, ambas fáceis de explicar.
Por isso, concordando com você, temos que fazer justamente o contrário. Divulgar coisas que eles sequer imaginam com serenidade e bom humor.
Em outras palavras, não podemos entrr no jogo deles. É o que venho fazendo há algum tempo.
Vai “corrigir”? De jeito nenhum. Ou não terá nenhum impacto sobre eles ou terá muito pouco. Mas desarma a turminha toda e às vezes até os torna mais agressivos, porque essa é uma característica muito forte neles: agressividade.
Fica aqui um pedido:
Que tal se fizermos uma campanha desse tipo nas redes, com serenidade e bom humor?
Sei que nem sempre é fácil, mas é plenamente possível
Tagutti
21 de julho de 2014 1:22 pmGunter, ajuda mas não faz
Gunter, ajuda mas não faz milagres.
Na pesquisa atual, Dilma no 2° turno perde, dentro da margem de erro, de Aécio (e empata tecnicamente com Campos) na faixa de eleitores com renda familiar entre 2 a 5 salários mínimos, a tal da classe média “nova”. Ou seja, enquanto a militância e o governismo desfilam autossuficiência, a base do PT vai sendo lentamente corroída.
Os 40% do Aécio (ou de Campos) no segundo turno não é dele, é da cota antipetista. O PT corre o risco de perder esta eleição não para os tucanos ou pessebistas, mas para sua rejeição, que já é alta (35%).
Por isso que acho complicada a hipótese de vencer no primeiro turno. Aécio e Campos chegam perto da Dilma no turno final pq vários votos não-válidos (brancos/nulos/indecisos) se tornam oposição no 2° turno. Capaz que, chegando perto da eleição, eles optem por um dos candidatos, e dificilmente este será a Dilma.
Agora, os petistas têm que torcer (e já estão torcendo) para que o postulante do 2° turno seja Aécio. Pois, quanto a este, o PT ainda pode falar do FHC, privatização da Petrobras, comparar índices de emprego, salário mínimo, e todo aquele pacote de comparações que faz o eleitorado de baixa renda (aí incluído o de 2 a 5 salários mínimos, que se inclina para a oposição) sair correndo do PSDB.
Se for Campos..olha, além de herdar todos os votos do Aécio, ter apoio da mídia, é lulista de carteirinha (vai dizer na campanha que foi Ministro do Lula, como governador e aliado o ajudou a consolidar o Bolsa Família, criar empregos, política do salário mínimo, etc), leva Marina Silva a tiracolo e já ensaiou (os blogs governistas não perceberam) políticas “progressistas”, como passe-livre estudantil, fim do fator previdenciário e carreira federal para médicos.
Agora, com Dilma vencendo ou não, melhor largar desde já o discurso arrogante.
A perspectiva não é das melhores no próximo quadriênio (vai ter que aumentar o preço da gasolina e da conta de luz, o mercado de commodities não dá sinal que aquecerá), e a oposição terá um cenário para aí sim corroer de maneira mais profunda a base eleitoral petista.
Gunter Zibell - SP
21 de julho de 2014 6:46 pmConcordo.
O cenário econômico não é dos melhores. E como citei para o Juliano nem sempre economia é a única razão para mudança. Quer dizer, economia ruim leva a mudança, mas não é a única situação.
Alguém de oposição sempre pode falar que precisa consertar erros do passado. Foi o que Obama fez para se reeleger mesmo com a economia fraca.
Alguém da situação não tem a mesma facilidade, pois, como se farão ajustes se tudo estava tão bom no discurso? É reconhecer que não estava… O que levou a um imenso desgaste para FHC-2.
O PSDB não foi malicioso em 1998. No lugar da reeleição e do oportunismo monetário deveria simplesmente ter permitido a alternância e saído com melhor imagem.
Eu acho que a pior coisa é o discurso arrogante. Mas isso é uma visão de nicho. Supõe-se que os partidos façam pesquisas qualitativas e de profundidade para ver o que as maiorias acham.
ComDilma2014
21 de julho de 2014 1:51 pmOs tucanos governam SP desde
Os tucanos governam SP desde 1995, eleição de 1994, são 20 anos, e não me lembro de nenhum dialogo com a sociedade, é só tempo de tv, muito e muito apoio da mídia e do empresariado, compra de partidos de aluguel para a base da Alesp, e é só isso, e tá funcionando muito bem em termos de eleições, é claro, pois em termos de administração é um desastre visível, com falta de água, PCC e crise da segurança, crise na Saúde e na Educação, porque tucanos administram escolas e hospitais, porém a culpa é da Dilma.
Lembrando que SP só votou no LULA majoritariamente uma vez em 2002, nas demais só deu candidatos conservadores, como Serra em 2010, AlcKmin em 2006, FHC em 1994 e 1998, e Collor em 1989.
Ramalho12
21 de julho de 2014 1:53 pmTempo de TV resolve
Só o “tempo de TV” resolve? Para mim, em termos práticos, resolve, e tem de resolver.
Há um cerco midiático-judicial contra Dilma e o PT de anos. O PIG tem usado o “tempo de TV”, de jornal e de revistas semanais há anos, fazendo campanha contra o governo e protegendo a oposição ao governo federal. Exemplos emblemáticos disto são a Copa e a Seca em São Paulo.
Haverá, claro, durante o “tempo de TV”, necessidade de apelo à racionalidade do eleitor, mas, igualmente, às suas emoções, Neste aspecto, a caracterização do baixo clero direitista, os ignorantes descerebrados que tomam por gurus nulidades como Reinaldo de Azevedo (leitor da revistinha do Tio Patinhas), Merval, Jabor etc., chapas-pretas prostitutos que vendem a consciência (abaixo na escala moral, portanto, dos prostitutos/as que só vendem o corpo) por ninharia, a caracterização do baixo clero direitista, repetindo, como composto de coxinhas ajusta-se perfeitamente à tática de se mostrar o valor dessa gente, nada mais do que uma coxinha engordurada e barata (comprada pelas migalhas burguesas). Coxinha é símbolo já incorporado ao imaginário social, e tem de ser usado, pois aborda o lado não-racional do eleitor, que tem sido agredido pela direita com expressões depreciativas como petralha, chapa-branca, anta etc.
O “tempo de TV” romperá o cerco midiático imposto ao governo e aos trabalhadores. Enfraquecerá a “visão única” do mundo, democratizando o sistema de informação social, hoje sob a ditadura da mídia familiar. O fato simples nessa questão e que sem o “tempo de TV” os trabalhistas perderiam as eleições, portanto, o tempo de TV resolve, pois tem de resolver.
Jorge Vieira
21 de julho de 2014 2:02 pmRetiro
O Gunter Zibell é que parece estar desesperado para fazer valer suas profecias sobre o resultado das eleições presidenciais.
Depois de anunciar um retiro, ele voltou rejuvenescido esperitualmente e são várias postagens vaticinando o desastre da situação.
As incertezas relativas a essas eleições são de tal ordem que nem os modelos metereológicos mais modernos conseguem prever qualquer coisa.
Se o povo, que cresceu social e econômicamente durante os governos Lula e Dilma, quiser votar na oposição: viva o povo. Ele é soberano para votar como quiser. Os eleitores já são crescidinhos para tomar decisões sobre o seu destino e arcar com as consequências..
Particularmente, eu me divirto vendo o porteiro do meu prédio criticar o Bolsa Família porque ele não conseguiu se inscrever no programa, enquanto não sei quem, não sei aonde, conseguiu.
Mal sabe ele que se não fosse a Política de Valorização do Salário Mínimo, implantada pelo governo trabalhista, ele estaria com um salário um pouco acima da metade do que ganha hoje, para regojizo dos condôminos ricos.
Para ganhar as eleições, PT e aliados precisam: 1) comunicar à população o muito que fizeram nos últimos 12 anos; 2) apresentar a situação atual do país e as dificuldades apresentadas pela conjuntura e 3) dizer ao povo o que pretende fazer para ultrapassar esse período de dificuldades; 4) mostrar o que acontecerá com o país, se a oposição vencer.
Se mesmo assim o povo cair no “canto de sereia” da oposição, o problema é do povo soberano..
Com a privatização da Petrobrás e a entrega do pré-sal ao capital estrangeiro, as promessas de melhorias na educação e na saúde não se realizarão.
Com o desmanche dos programas sociais, o retrocesso no combate à pobreza é mais do que certo.
Com a privatização da previdência pública, os aposentados finalmente vão cair na real.
Com as privatizações da Eletrobrás, Correios, Embrapa, Banco do Brasil, Caixa Econômica e Universidadea Públicas, chegarão, em definitivo, ao nirvana, os apologistas do neoliberalismo.
Com o alinhamento automático à Política Externa Norte-Americana, desfazem-se os BRICS, o Mercosul, a UNASUL e vamos navegar na ALCA e na futura OTAS (Organização do Tratado das Américas), organização de cunho militar, similar à OTAN, sob o comando dos EUA, cuja missão será “proteger” militarmente os países americanos (suas reservas de petróleo) da invasão estrangeira (russa, chienesa e indiana).
Vocês acham que é pouco: votem na oposição, não é Gunter ?.
Lucinei
21 de julho de 2014 3:26 pmPra mim essa confiança toda
Pra mim essa confiança toda em horário de tv é resultado da excessiva influência de marqueteiro. É claro que eles precisam vender o peixe deles (e bem caro).
No entanto, quase ninguém vê esses programas. Isso é fato demonstrado em pesquisas. Mais: quem vê não se influencia tanto assim ao poonto de mudar de voto. Geralmente são os que têm maior interesse por política, e acompamnham a propaganda eleitoral mais para confirmar suas decisões.
Pra quê que serve horário eleitoral, então? Principalmente para acomodar as candidaturas proporcionais, pois são esses que em muitos lugares vão “pedir” voto lá na ponta.
Em segundo lugar para “pautar” as redações. Conversa de marqueteiro para jornalista; para que as “estratégias” do marqueteiro pra “vender” o candidato pro “povão” sejam “interpretadas” pelas redações e “analistas políticos”.
Pois bem: será que esses cavalheiros do pt, pt, pt acreditam mesmo que as redações serão indulgentes com a campanha deles; será que eles acham que o “povão” vai por algum motivo ficar ligado em horário eleitoral?
Se essa oposição não fosse tão baixa e tão desqualificada eu já teria desistido de votar nesses cavalheiros da situação há muito.
Juliano Santos
21 de julho de 2014 3:40 pmEu torço para que o eleitor
Eu torço para que o eleitor paulista saiba que a falta de água é culpa do Alkimin. Agora, se apesar disso, e também da Alstom, ele achar que no resto, o governo tucano é a melhor opção, paciência.
Quanto à auto-suficiência da Dilma, vários dos apoiadores do governo, aos quais me incluo, vem martelando isso. Discuidou da comunicação, e deu no que deu.
Para mim, o fenômeno do “coxinhismo” é diretamente proporcional à incapacidade, ou impaciência, da presidenta em se comunicar com a sociedade. Ela deixou a desinformação se alastrar como pólvora. A Copa, com seu antes e depois é o exemplo perfeito.
Acho que a TV vai ajudar a evitar que o núcleo duro dos eleitores da Dilma, até 2 salários, do nordeste a das periferias do sudeste, e acima dos 35 anos, se contamine pelo pessimismo resultado das bombas semióticas, muito bem explicadas pelo Wilson Ferreira.
Gunter, acho que a luta de classe vai ser mais forte do que nunca nessa eleição. Isso deveria dar um favoritismo tranquilo ao governo, já que os pobres são (ainda) em maior número. Não é assim, porque a presidenta negligenciou o diálogo com os filhos daqueles que melhoraram muito de vida com os governos do PT, e que fizeram de Lula o presidenta mais popular da história.
Essa geração, os filhos da “nova classe média”, está tendendo a rejeitar o PT, mas não sente firmeza com o PSDB, e não vê o Dudu como o “novo”. O que eles vão fazer na hora H na urna, ainda é uma incógnita. Não acredito que todos vão para o Aécio no segundo turno, como o Datafolha faz pensar. Aqui vejo um malabarismo esdrúxulo da “metodologia” do instituto do Otavinho
Gunter Zibell - SP
21 de julho de 2014 6:29 pmEu acho que um dos erros
de comunicação do governo é apostar no acirramento de luta de classes.
Esse sentimento é captado em pesquisas?
A ‘nova classe média’ emergente tende a emular a ‘classe média tradicional’ em seu comportamento ou o contrário?
Eu lembro sempre do baque que os Democratas experimentaram em 1952. Nunca na História dos EUA os indicadores sócio-econômicos (baixo desemprego, baixa inflação, elevado crescimento, baixa concentração de renda, elevada taxa de sindicalização) foram tão favoráveis ao trabalhismo norte-americano. E no entanto os Republicanos ganharam.
A eleição de Piñera em 2010, ainda que no 2º turno e por margem muito estreita também pode ser lembrada.
Eu acredito que quase todos com alguma insatisfação com o governo irão do opositor que for no 2º turno, por isso que os percentuais de Campos e Aécio são tão parecidos nessas simulações.
E, se é verdade que estatiscamente ainda não há empate técnico nem sequer elevada probabilidade de haver 2º turno, também a tndência dos últimos 4 meses não pode ser facilmente descartada.
Aí fica a questão mesmo: só o tempo de TV resolve?
Jorge Vieira
21 de julho de 2014 7:34 pm“Eu acredito que quase todos
“Eu acredito que quase todos com alguma insatisfação com o governo irão do opositor que for no 2º turno”.
Ora, isto é subestimar por demais a capacidade de raciocínio do eleitor.O eleitor, na hora de votar, o faz levando em consideração seus próprios interesses. Não vota por gratidão. Vota em quem efetivamente implementa Políticas Públicas e Programas decorrentes que melhoram sua vida e de sua família. Isto é absolutamente legítimo.
Se o PT e aliados melhoraram a vida das pessoas, de fato, a tendência é votar pela continuidade.
Não é “alguma insatisfação com o governo” que vai fazer o eleitor mudar o voto. Tem que ser uma baita insatisfação. Bom, neste caso, seria melhor votar na oposição. É legítimo mudar quando as coisas não vão bem.
Não conheço o caso norte-americano citado por V.Sa.. Mas, se lá os fatos ocorreram conforme o relato, o mais provável é que os norte-americanos passaram a votar tendo como prioridade outros valores que não a sobrevivência do dia-a-dia. Era a época da guerra fria e a questão da segurança nacional e a manutenção dos valores de mercado e das liberdades democráticas, em confronto com o fantasma do comunismo, impulsionaram o eleitor norte-americano a mudar o voto e eleger os republicanos. Pura propaganda anticomunista mas, enfim, ganhou a cabeça dos norte-americanos.
Estamos vivendo alguma situação próximo a isto, no momento atual do país ? Acredito que não.
Acredito que se o PT e aliados continuarem a governar, em uma década e meia chegaremos a níveis de qualidade de vida similares a um Canadá, a uma Finlândia, por aí, e melhor, como um país soberano e com voz ativa no mundo.
A oposição no governo agora é retrocesso e, imagino, o povo sabe disso. Se não sabe, será responsável por dirigir o país para um destino menor.
Luiz Gonzaga da Silva
21 de julho de 2014 7:57 pm“Eu lembro sempre do baque
“Eu lembro sempre do baque que os Democratas experimentaram em 1952”
Lembrando, o candidato republicano era um herói nacional. O homem que “ganhou” a 2ª Guerra Mundial, Dwight Eisenhawer. Então, como não votar no homem. Além do mais, nessa época a Guerra Fria começava a ficar mais quente.. O comandante das forças aliadas na guerra era o homem certo, na hora certa e no lugar certo(para os americanos, é claro) .
No começo da década de 50 os EUA iniciavam com mais vigor sua cruzada contra o comunismo, elegendo a URSS como sua inimiga fidagal. Nada como um guerreiro vencedor para derrotar o “perigo vermelho”.
Creio que em nossa eleição não haja nada perto desse cenário, a não ser as ridículas diatribes anti-comunista de Aécio para a claque reunida no auditório da Folha.
Jorge Vieira
21 de julho de 2014 6:44 pmComunicação
Sem dúvida, a comunicação é importante mas, o mais importante mesmo é saber se, efetivamente, as Políticas Públicas e os Programas decorrentes, do Governo do PT e aliados, contribuiram, de fato, para melhorar a vida das pessoas.
Se elas (Políticas e Programas) permearam de forma massiva a vida das pessoas, os eleitores na hora de colocar o voto na urna, vão reconhecer o mérito do PT e aliados e vão votar conforme os interesses delas.
É preciso ter claro isto: ninguém vota por gratidão e sim por interesse em continuar melhorando a vida de si e de suas famílias, o que é totalmente legítimo.
Se o PT e aliados melhoraram a vida das pessoas, o retorno é certo, Se não, como diz a minha comadre: babau, Juvenal !
Esses gráficos do Gunter são úteis como entretenimento intelectual.
Raí
21 de julho de 2014 5:16 pmSó esperando prá ver.
Não acho que o horário eleitoral, por sí só, resolva os problemas da situação, e substitua a falta de prestação de contas(dos atos do governo federal)que o atual Min.das Comunicações, não fez, porem é um espaço, que o governo vai ter, para mostrar o que fez, e desconstruir o que a oposição promete, porem é inviável.
Sinceramente, no campo dos programas, o governo tem o que mostrar, e garantir a continuidade, enquanto as promessas da oposição, são inviáveis e vão de encontro ao que querem as direitas e as elites, e paradoxalmente contra, a tudo o que o governo atual fez.
Haim
21 de julho de 2014 7:44 pmA pergunta que não quer
A pergunta que não quer calar: alguém assiste a tortura que é o horário eleitoral gratuito? Desde que eu era criança via gente desligando a TV e indo fazer outras atividades…
Hansel
21 de julho de 2014 10:08 pmDepende da habilidade do
Depende da habilidade do marqueteiro. Dilma tem muitas realizações a apresentar (tudo o que o PIG escondeu) e tem um poderoso arsenal contra FHC e seu desastroso governo tucano. Se o marqueteiro souber transmitir isto de forma a empolgar os eleitores, Dilma vencerá facilmente. Aécio e Campos dificilmente empolgarão os eleitores (como não empolgaram até agora) porque não têm propostas e limitam-se a xingar Dilma e o PT, o que não funcionou em eleições passadas. Além disso, eles não têm carisma algum, e Dilma terá o imenso carisma do Lula ao seu lado no horário eleitoral. Em outras palavras, os marqueteiros de Aécio e Eduardo terão que fazer milagres para levar um dos dois à vitória. Me parece que o risco para Dilma é o tsunami de boatos e falsas acusações que fatalmente o PIG, unido com sempre à oposição, fará. O PIG apostou todas as suas fichas no caos durante a Copa e quebrou completamente a cara. Agora só resta a baixaria total, que será ainda pior que na eleição passada porque PIG e oposição jogam a última cartada para forçar o retorno dos tucanos ao poder. Se perderem agora, vão ter que engolir mais 12 anos de governos petistas (4 de Dilma e 8 do Lula). Até lá, todo o alto tucanato estará mumificado ou quase.