5 de junho de 2026

A legalidade foi rompida, viva a insurreição popular!

O atual momento é de total anomia da sociedade brasileira.

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Em um momento em que impera a ruptura da legalidade, em que se viola a Constituição com o beneplácito dos que a deveriam defender, só um homem ingênuo, o Cândido de Voltaire, lhe ocorreria continuar levando a disputa política baseando-se no cumprimento das regras que seus adversários estão dispensados de cumprirem.

Dirão os estupidamente ingênuos que isto significará a barbárie, e nós devemos concordar. Mas uma vez, alheia à nossa vontade, criada a barbárie, como deve proceder o homem sensato na defesa de sua vida, sua honra e de seus direitos? Na defesa da vida e da honra de sua sua família? Deve responder com a força e o desprezo pelas regras e leis que seus adversários há muito tempo desprezaram.

Foi dito que Lula não foi conduzido a Curitiba pelos seus algozes porque um oficial da Aeronáutica deu ordem para que não se deixasse decolar o avião a jato que o esperava no Aeroporto de Congonhas. Este oficial agiu sob a plena convicção de que se estava cometendo uma ilegalidade e não precisou de nenhuma ordem de juiz para colocar por terra a vontade dos membros do Ministério Público, em acerto com a Globo e o juiz Moro, sob a proteção fortemente armada de 200 homens da Polícia Federal. Ele fez o que julgou certo e ponto final.

Este oficial nos mostra o caminho. Em tempos de anomia nosso único juiz é nossa consciência.

Se é da atribuição da Presidente nomear seus ministros, uma atribuição sagrada do Poder Executivo, como então um juiz, membro de outro poder, tem a ousadia de suspender esta atribuição, este direito? Não tem e nunca terá.

Os juízes podem abrir processos que poderiam levar, em última instância, à deslegitimação da ação de membros de outros poderes. Enquanto os guardiães da Constituição não se pronunciarem em recurso último, o ato é legítimo, e a Presidente tem o dever e o direito de descumprir liminares que invadam sua competência constitucional.

Da mesma forma, quem elegeu sua Presidente tem o direito de defender o seu mandato, mesmo que para isto se instaure um clima insurrecional no sociedade.

Respeitar regras num jogo sem regras é se submeter à sanha dos mais violentos. Saibamos responder a esta violência ilegítima com a violência popular que eles acabam de legitimar em seu desvario. É legítimo o povo se rebelar contra a violência de seus adversários.

Na falta de uma Constituição, que impere a força!

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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