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Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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20 Comentários
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  1. hugo1

    25 de janeiro de 2014 9:07 am

     
    Jovens de classe média do

     

    Jovens de classe média do Rio de Janeiro peladam nus pela cidade, para a impresna é manifestação. Se fossem jovens da periferia seria o quê? Atendado ao pudor, vandalismo?

    Rio de Janeiro faz sua primeira ‘pedalada pelada’

    http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/rio-de-janeiro-faz-sua-primeira-pedalada-pelada,b0028bba2b6c3410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html

  2. Gão

    25 de janeiro de 2014 10:37 am

    Miami proíbe rolezinho de brasileiros

    Miami proíbe rolezinho de brasileiros

    Miami proíbe rolezinho de brasileiros

    O blogueiro Romildo Constantino elogiou a atitude americana

    DOLPHIN MALL – A Confederação Americana de Fornecimento Nacional (CAFONA), que regula os Shopping Centers de Miami, conseguiu uma liminar na Suprema Corte dos Estados Unidos proibindo os rolezinhos de socialites, novos ricos, apresentadores de TV e blogueiros liberais brasileiros. “Eles chegam falando alto, tumultuando o ambiente”, explicou o assessor James Sonny Crockett.

    A notícia deixou os moradores da Barra da Tijuca (RJ), Higienópolis (SP) e Mangabeiras (MG) perplexos. “A gente só quer pegar mulher”, disse o liberal Rodrigo Alfredinho, enquanto lamentava o peso da carga tributária brasileira sobre a nova linha de perfumes da Ferrari. “As praças de alimentação são verdadeiras ágoras da boa e saudável democratização do consumo e dos serviços”, completou o colunista Ronald Sour.

    Teólogos da libertação disseram que a atitude reforça o abismo existente entre o primeiro mundo e os países subdesenvolvidos. “Trata-se claramente de um apartheid mundial que reforça o protecionismo sócio-cultural da classe predominante”, escreveu Leon Sakamoto.

    http://revistapiaui.estadao.com.br/blogs/herald/internacional/miami-proibe-rolezinho-de-brasileiros

  3. José Carlos Lima

    25 de janeiro de 2014 10:42 am

    Avó e neto escapam da morte por um triz

    Atualização – 8:00h

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=hMhtxz9q-W0%5D

    A notícia foi destaque no JN: http://globotv.globo.com/rede-globo/jornal-nacional/v/avo-e-neto-sobrevivem-a-acidente-impressionante-em-anapolis-go/3096221/

    “Na cidade de Anápolis, em Goiás, avó e neto praticamente nasceram de novo. E estão bem, apesar do acidente impressionante em que se envolveram.

    Os dois foram atropelados quando andavam pela rua. Depois de uma batida no cruzamento, o carro branco foi empurrado sobre eles. Mesmo assim, o menino se levantou logo e sofreu ferimentos leves. A avó passou a noite no hospital, mas já recebeu alta. E a família se recupera do susto.

    “Eu achei que minha vó tinha quebrado a coluna e mais algumas coisas”, conta o menino João Pedro, de 5 anos.

    “Eu achei que eu ia morrer naquela hora. Eu achei que meu netinho tinha machucado demais a cabeça. Eu assustei demais da conta. Eu pensava só nele, eu achava que ele era importante, eu não tinha problema. Eu vou agradecer muitas vezes a Deus, que ele foi, nós dois fomos salvos pela mão de Deus”, comenta Vilma do Nascimento, dona de casa.” (G1)

    Atualização

     

    Acabei de ver
    Foi ela! Essa velha do corpo fechado!
    Fechei os olhos para ver e vi
    Vi depois de uma infinidade de sonhos para traduzir essa questão da morte
    Eu vi
    Foi ela
    Essa velha do corpo fechado
    Ela fechou-se protegeu-se com duas duas tiras de pano na nuca: Uma vermelha e uma branca
    Um momento, vou ver o que é isso
    Essa coisa de proteção
    De fechar o corpo

    O alvo era o nome Pedro o neto da velha: Por causa do nome: Pedro
    Por causa de um sósia
    E havia sido decretado a morte a todos os sósias
    Sósias ou cópias ou piratas, tanto faz
    Morte aos piratas!
    Mas a velha tava com o porco fechado, ops, corpo fechado
    Ah tanto faz, corpo ou corpo
    E a velha caiu com o cu trancado
    Ops, eu quis dizer corpo
    Ah, tanto faz
    Quer dizer, com a testa fechada
    Assim
     

      

     

    Um penacho branco por trás, o que foi impossível fotografar pq se desfaz como que num buraco negro
    Duas tiras aparecendo na região detrás[matadouro] na cabeça
    Foi ela essa velha com cara de air bag

    Dito isso, vamos agora às explicações científicas, com a palavra o meu amigo Antônio Pinheiro, velho amigo da militância partidária petista, olá Antônio, com vai vc. Ah, leiam e vejam, foi ela mesma, essa velha do corpo cu trancado, essa velha com cara de air bag: FOI O AR!

    Avó amorteceu impacto e salvou neto, diz perito
     

    A PEDIDO DO G1, ESPECIALISTA ANALISOU IMAGENS DO ACIDENTE EM ANÁPOLIS, GO.
    PARA ELE, CARRO NÃO ATINGIU PESCOÇO DE CRIANÇA, QUE FOI ‘PROTEGIDA’ PELA AVÓ.

     O perito Antenor Pinheiro, especialista em crimes de trânsito, analisou a pedido do G1e da TV Anhanguera as imagens do atropelamento do menino João Pedro Nascimento, 5 anos, e da sua avó, Vilma Theodoro Nascimento, 56, em Anápolis, a 55 km de Goiânia. No acidente impressionante, a criança fica debaixo do veículo e, logo depois, se levanta ilesa. Segundo o perito, a mulher, que também sofreu ferimentos leves, livrou o neto por duas vezes. Para ele, uma sucessão de coincidências salvou os dois. “Ela ficou na frente do garoto durante o primeiro impacto e, após caírem no chão, o corpo dela ajudou a empurrá-lo ainda mais para baixo do carro. Sem saber, ela o salvou da morte”, explicou.Como não esteve no local do acidente e apenas analisou as imagens, o perito destaca que essa é uma “avaliação técnica indireta” e sem a comprovação dos laudos oficiais do acidente que aconteceu na tarde de terça-feira (21). Câmeras de segurança de uma casa registraram o atropelamento, que foi provocado por uma colisão. No cruzamento da Avenida Bernardo Sayão com Rua Uruana, na Vila Jaiara, um Honda Fit bateu em um Chevrolet Celta e, em seguida, colidiu com o VW Gol, que estava estacionado. Com o impacto da colisão, o carro atingido atropelou a idosa e o neto. 

     

    Antenor Pinheiro explica que, em cruzamentos em que não há sinalização, a preferência é sempre de quem vem da direita. “Nesse caso, as imagens registraram que o Celta seguia nesse sentido e era a vez dele passar. Mas o Fit não parou e acabou atingido lateralmente. Isso fez com que ele fosse desviado da trajetória e acabou atingindo o Gol, que estava estacionado. A avó e o menino ainda estavam no meio da rua quando tudo aconteceu e, ao tentarem chegar à calçada, ficaram exatamente na rota de colisão”, afirma.O perito acredita que, apesar das imagens aparentarem que a criança foi atingida duas vezes pelos pneus, isso não aconteceu em momento algum. “O Gol estava com o freio de mão puxado e as marcas que ficaram no chão comprovam que, em nenhum momento, o carro saltou. A sorte foi que, como o veículo foi atingido na lateral esquerda, o veículo foi projetado para a direita, e a roda ficou esterçada para fora. Isso gerou um vão entre o pneu e a lataria do carro, exatamente onde a criança ficou encaixada. O corpo da avó o projetou para esse espaço e a roda apenas atingiu o ombro do menino, que foi mais uma vez jogado para trás, saindo praticamente ileso pela frente. O único momento em que a roda é levantada é no momento em que passa por cima dos pés da avó”, detalha Pinheiro (veja imagens abaixo).As avarias sofridas no carro atingido pelo Fit também ajudaram a evitar ferimentos graves no garoto. “O eixo frontal do Gol foi danificado e ficou erguido, gerando um espaço maior debaixo do carro. Após passar pelo vão gerado na roda esterçada, João Pedro coube nessa cavidade e saiu pela frente do veículo. Se em algum momento essa roda não estivesse virada e o pneu tivesse passado por cima do pescoço ou cabeça da criança, dificilmente ela teria saído viva. Por isso, ressalto que, felizmente, todas as coincidências geraram uma somatória para o desfecho do caso”, conclui o perito.Confira abaixo o detalhamento sobre o acidente:1º ImpactoA primeira imagem mostra o corpo da avó servindo de anteparo, ou como se fosse um colchão, que amorteceu o impacto direto e protegeu o corpo do menino. A avó recebe a pancada na parte inferior do corpo e cai.  (Foto: Arte/TV Anhanguera)Imagem mostra o corpo da avó servindo de anteparo, ou como se fosse um colchão, que amorteceu o impacto direto e protegeu o menino. A avó recebe a pancada na parte inferior do corpo e cai. Se a criança estivesse na frente, poderia ter sofrido lesões no tórax. (Foto: Arte/TV Anhanguera)2º QuedaApós ser atingida, a avó cai e derruba o menino. Os corpos dos dois contornam a roda traseira do veículo. Esse movimento de contorno foi possível em função da trajetória do Gol após ser empurrado pelo Fit e do sentido em que as vítimas seguiam na via. (Foto: Arte/TV Anhanguera)Após ser atingida, a avó cai e derruba o menino. Os corpos dos dois contornam a roda traseira do veículo. Esse movimento de contorno foi possível em função da trajetória do Gol após ser empurrado pelo Fit e do sentido em que as vítimas seguiam na via. (Foto: Arte/TV Anhanguera)3º Roda esterçadaO Gol manteve uma trajetória circular após ser atingido pelo Fit e, ao cair, o quadril da avó empurra o menino para baixo do carro. Como a roda estava esterçada, existia um vão entre o pneu e a lataria do carro, exatamente onde o menino se encaixou. (Foto: Arte/TV Anhanguera)O Gol manteve uma trajetória circular após ser atingido pelo Fit e, ao cair, o quadril da avó empurra o menino para baixo do carro. Como a roda estava esterçada, existia um vão entre o pneu e a lataria do carro, exatamente onde o menino se encaixou. (Foto: Arte/TV Anhanguera)4º ProjeçãoComo o corpo da avó é mais pesado que o do menino, ele foi projetado para baixo do carro. Nesse momento, a roda atinge os pés da avó e a criança praticamente some. Parece que o pescoço do menino passa embaixo da roda, mas é o ombro que é atingido. (Foto: Arte/TV Anhanguera)Como o corpo da avó é mais pesado que o do menino, ele foi projetado para baixo do carro. Nesse momento, a roda atinge os pés da avó e a criança praticamente some. Parece que o pescoço do menino passa embaixo da roda, mas é o ombro que é atingido. (Foto: Arte/TV Anhanguera)5º Eixo frontalA criança some embaixo do carro e aparece novamente pela parte da frente. Ao ser atingido pelo Fit, o eixo frontal do Gol fica suspenso e isso gera um espaço maior embaixo do veículo. Isso facilitou a saída do menino praticamente sem ferimentos. (Foto: Arte/TV Anhanguera)A criança some embaixo do carro e aparece novamente pela parte da frente. Ao ser atingido pelo Fit, o eixo frontal do Gol fica suspenso e isso gera um espaço maior embaixo do veículo. Isso facilitou a saída do menino praticamente sem ferimentos. (Foto: Arte/TV Anhanguera)6º AvariasApós a saída da criança, ficam claras as avarias sofridas pelo carro e o desnível provocado no eixo frontal. Também é possível confirmar que a roda estava projetada para fora, o que gerou o vão em que o menino se encaixou. (Foto: Arte/TV Anhanguera)Após a saída da criança, ficam claras as avarias sofridas pelo carro e o desnível provocado no eixo frontal do Gol. Também é possível confirmar que a roda estava projetada para fora, o que gerou o vão em que o menino se encaixou e o espaço, que possibilitou a saída dele pela frente. (Foto: Arte/TV Anhanguera)
    Nota do Spin Tradutor:
    P.S. – Após ter guardado a 1a. postagem no armário correspondente ao dia de hoje, dia 4, esta será guardada no dia 5, sendo que há um limite máximo de 70 x 70 = 4.900 postagens por dia, bem como não havendo qualquer obrigação de publicar qualquer coisa mas que faz pq gosta. 

     

  4. Antonio Carlos Silva - RJ

    25 de janeiro de 2014 10:52 am

    Informação do assessor de imprensa e biógrafo do joaquim barbosa
     17/01/2014 22:54:54

    Assessoria explica diárias de Barbosa

    Presidente do STF vai receber nas férias

    O Dia

    Brasília – O jornalista Wellington Silva, assessor de comunicação do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, disse que os R$ 14,4 mil que ele receberá nas férias não serão apenas para fazer duas palestras, em Paris e Londres. Silva informa que a programação que justifica o pagamento das diárias ao ministro incluem também entrevistas para jornalistas estrangeiros e encontros com políticos e autoridades.

    Em comunicado enviado ao DIA, a assessoria do presidente do Supremo afirma ainda que, para participar das palestras e das entrevistas, o ministro Joaquim Barbosa vai “interromper as férias” e que, por isso, os compromissos são oficiais.

    1. Maria Carvalho

      26 de janeiro de 2014 12:55 am

      Rum!

      A interrupção das férias do ministro, para proferir palestras e dar entrevistas (compromissos oficiais, segundo o assessor), é de “extrema relevância”?

      Qual o interesse público ou necessidade do serviço para tanto?

      Senti enorme vontade de vo.mi.tar

  5. Tamára Baranov

    25 de janeiro de 2014 11:12 am

    Parabéns Sampa!

    Por Tamára Baranov – Rio Claro/SP

    Em 25 de janeiro de 1554 surgiu a povoação de São Paulo de Piratininga com a construção de um colégio jesuíta por doze padres, entre eles Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, no alto de uma colina escarpada, entre os rios Anhangabaú e Tamanduateí, vizinha a uma grande várzea, a Várzea do Carmo, por um lado e, pelo outro lado, por outra baixada, o Vale do Anhangabaú, para melhor se proteger dos ataques dos índios. O colégio tinha, por finalidade, a catequese dos índios que viviam na região do Planalto de Piratininga, separados do litoral pela Serra do Mar, chamada pelos índios de Serra de Paranapiacaba. O nome São Paulo foi escolhido porque o dia da fundação do colégio, 25 de janeiro, é o mesmo dia no qual a Igreja Católica celebra a conversão do apóstolo Paulo de Tarso. Aí, a Companhia de Jesus criou seu posto avançado por acreditar ter encontrado o paraíso. Os índios eram os habitantes do paraíso, que de tão puros não conheciam nem à Deus. Cabia aos Jesuítas criar a fortaleza máxima do cristianismo, no local que não possuia desastres naturais, mas um clima ameno e agradável. Por não ter sido criada inicialmente para exportação de recursos, como todas as outras vilas haviam sido, São Paulo era então o estabelecimento mais pobre do país.

    Célula-mater de São Paulo, Colina onde foi implantada São Paulo de Piratininga, os vales ao seu lado são formados pelos rios Tamanduateí e Anhangabaú. O quadro é de Jean Baptist Debret, pintor, desenhista e professor francês que integrou a Missão Artística Francesa (1816), que fundou, no Rio de Janeiro, uma academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperial de Belas Artes, onde lecionou pintura.

    A Avenida Paulista, foi criada no final do século XIX para abrigar paulistas que desejavam adquirir seu espaço na cidade que não estivesse localizado próximo às mais movimentadas localidades como a Praça da República, o bairro de Higienópolis e os Campos Elíseos. A Avenida Paulista foi inaugurada no dia 8 de dezembro de 1891, por iniciativa do engenheiro Joaquim Eugênio de Lima. Seu nome seria Avenida das Acácias ou Prado de São Paulo, mas Lima declarou: Será Avenida Paulista, em homenagem aos paulistas.

    A Estação da Luz foi construída no fim do século XIX com o objetivo de sediar a recém-criada Companhia São Paulo Railway, de origem britânica. Seu projeto é atribuído ao engenheiro inglês Henry Driver, sendo similar à ‘Flinders Street Station’, uma estação existente em Melbourne, Austrália.

    O Mercado Municipal de São Paulo, ou Mercado Municipal da Cantareira foi inaugurado em 1933, e é um importante entreposto especializado na comercialização de produtos alimentícios. O edifício, em estilo eclético, foi construído pelo escritório do renomado arquiteto Francisco de Paula Ramos de Azevedo, sendo o desenho das fachadas do italiano Felisberto Ranzini. Os 32 painéis, subdivididos em 72 magníficos vitrais é de autoria de Conrado Sorgenicht Filho e retratam o trabalho manual do colono no cultivo e na colheita.

    O famoso Viaduto do Chá, o primeiro viaduto construído na cidade, localizado no Vale do Anhangabaú, foi idealizado em 1877. Onde se localiza o Teatro Municipal era a serraria do alemão Gustavo Sydow e logo depois havia a chácara do Barão de Itapetininga. O nome do viaduto derivou do Morro do Chá, onde ficava a chácara em que o Barão de Tatuí cultivava chá. Mais adiante, onde é o Largo do Arouche, o Marechal José Arouche de Toledo Rendon, primeiro diretor da Academia de Direito, também cultivava chá.

    [video:http://www.youtube.com/watch?v=YjpYyQ-l_2o align:center]

  6. Lionel Rupaud

    25 de janeiro de 2014 11:16 am

    Operação Banqueiro e o Egito

    Estou lendo o ótimo livro “Operação Banqueiro”, mas não cheguei ainda nos e-mail’s do Amaral, o lobista do DD, que pelo que li na Carta Capital, são a parte mais termonuclear.

    Leio o seguinte na UOL:

    Bilionário egípcio reúne grupo para comprar a TIM no Brasil

    e tem gente que quer que eu continue calmo!

    Temos para “cuidar” das nossas telecomunicações, um bilionário cucaracha, uns ibéricos falidos que sugam as empresas brasileiras com altíssimos dividendos (fora as comissões sobre importações e “assistência técnica”), agora vamos ter um egípcio!

    De todas as privatizações da era fhc, as das telecom foi certamente a mais escandalosa, e a de resultados mais medíocres. mas eles querem voltar ao “puder” e as famiglias da mi(r)dia vão ainda fazer o possível e o impossível para isso.

    Só espero que o povo brasileiro tenha sabedoria.

  7. Marco St.

    25 de janeiro de 2014 12:05 pm

    Fase exploratória de Libra

    Fase exploratória de Libra terá investimentos de até US$ 500 milhões

    Agência Petrobras – 24/01/2014

    As atividades da fase de exploração do campo de Libra, o primeiro do pré-sal licitado no modelo de partilha, demandarão investimentos que ficam entre US$ 400 e US$ 500 milhões – cerca de R$ 1 bilhão. O orçamento foi aprovado em reunião do Comitê Operacional, realizada no último dia 21, que reuniu o consórcio que adquiriu os direitos de exploração do campo, formado por Petrobras (40%), Shell (20%), Total (20%), CNPC (10%) e CNOOC (10%), juntamente com a Pré-Sal Petróleo S.A. (PPSA). Segundo um comunicado da Petrobras, as principais atividades que compõem o programa de trabalho incluem: o reprocessamento sísmico de toda a área do bloco; a perfuração de dois poços com início no 2º semestre de 2014 e término previsto para o 1º semestre de 2015; além de estudos para uma nova aquisição sísmica usando tecnologia de ponta e para a realização do Teste de Longa Duração (TLD) previsto para o final de 2016. O contrato de partilha de Libra estabelece que a fase exploratória do bloco tenha duração de quatro anos a contar da assinatura do contrato, realizada em 2 de dezembro de 2013. Nesse período o consórcio deverá executar as atividades do programa exploratório mínimo, que prevê levantamentos sísmicos em 3D em toda a área do bloco, a perfuração de dois poços exploratórios e a realização de um TLD. O bloco de Libra está localizado em águas ultraprofundas no pré-sal da Bacia de Santos, sendo considerado de elevado potencial. A área possui 1.547,76 km2 e foi descoberta com a perfuração do poço 2-ANP-0002ARJS, em 2010.

     

  8. Marco St.

    25 de janeiro de 2014 12:06 pm

    Burocracia trava 79% das

    Burocracia trava 79% das exportações da indústria brasileira

    O Globo – 24/01/2014

    O excesso de burocracia é um dos fatores que contribuíram para o déficit comercial da indústria brasileira em 2013, de US$ 105 bilhões. Em pesquisa inédita realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), 83% dos empresários disseram ter problemas para exportar e 79% afirmaram que não conseguem melhorar as vendas devido a entraves burocráticos tributários, alfandegários e de movimentação de cargas. Além dos custos elevados e da demora na liberação da mercadoria para o exterior, são exigidos até 26 tipos de documentos no processo exportador por mar e 15 por via terrestre. O saldo da balança comercial no ano passado foi o menor em 13 anos. A pesquisa mostra ainda que o percentual de insatisfeitos com a burocracia aumenta de acordo com a participação das exportações no faturamento, alcançando 88,7% no caso das empresas cujas vendas no exterior respondem por mais de 50% das receitas totais. Nos setores de informática e de couros e artefatos, todas as firmas afirmaram que algum processo alfandegário/aduaneiro afeta negativamente as exportações. Conforme a CNI, no Brasil, os gastos com burocracia chegam a US$ 2.200 por contêiner. A média nos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE) – formada, em sua maior parte, por países desenvolvidos – é de US$ 1 mil. Os exportadores se queixam, principalmente, dos chamados órgãos anuentes e das taxas aduaneiras e alfandegárias, que encarecem os custos de exportação. Citaram, com maior frequência, a Receita Federal e os ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e da Agricultura. “No Brasil, num processo de exportação, a razão social do exportador precisa ser indicada 17 vezes, ou seja, em 17 documentos; o endereço, 16 vezes; e a NCM (Nomenclatura Comum do Mercosul), dez vezes”, ilustrou o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi. O processo exportador leva cerca de 13 dias no Brasil. Abijaodi estima que, se o prazo for reduzido para oito dias, o custo diminuirá 14%. Ele informou que, na lista de setores mais prejudicados, destacam-se os de máquinas e equipamentos, informática, eletroeletrônico, plásticos, veículos e agroindústria.  Governo promete mais agilidade pela internet A pesquisa mostra que a burocracia para exportar no Brasil é tão complexa, que quase todas as empresas precisam contratar despachantes aduaneiros para desembaraçar as mercadorias. Apenas 3,3% delas não usam o serviço. Outro problema do dia a dia do exportador é a administração do grande número de documentos exigidos no processo de exportação, que afeta 38,5% das empresas. As dificuldades não acabam com a apresentação da documentação. Das empresas ouvidas, 41,9% alegam baixa agilidade na análise e resposta por parte dos órgãos. E, mesmo após a primeira resposta, há demora nas inspeções e vistorias, dizem 37,8% das empresas. Procurada, a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), do MDIC, informou que o governo federal já vem buscando melhorar a coordenação entre os órgãos que liberam as cargas, notadamente no setor portuário, por onde passam mais de 90% do volume do comércio exterior brasileiro. A Secex acrescentou que está em fase de implementação o conceito de “janela única”, que colocará, no mesmo portal na internet, todos os órgãos anuentes, o que facilitará exportações e importações. “Os tempos e os custos nas operações de comércio exterior serão bastante reduzidos”, assegurou o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Neri Geller. A Receita Federal não se manifestou. Segundo o presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), José Augusto de Castro, a “janela única” precisa ser lançada o quanto antes pela presidente Dilma Rousseff. Esse procedimento faz parte do Acordo de Bali, firmado no mês passado, durante reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC), na Indonésia. “Seria uma forma de desburocratizar o comércio exterior brasileiro”, afirmou Castro. O setor químico se enquadra entre aqueles cujos problemas para exportar diminuíram, segundo a diretora de comércio exterior da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), Denise Naranjo. Ela afirmou que a situação já foi pior e tende a melhorar com a janela ou portal único. “Isso vai nos colocar em outro patamar de comércio exterior”, disse ela. O presidente da Associação Brasileira da Indústria de Eletroeletrônicos (Abinee), Humberto Barbato, disse que, mais do que a burocracia, seu setor é fortemente afetado pelo real ainda valorizado ante o dólar e a carga tributária. “Isso tira competitividade das empresas brasileiras”, enfatizou Barbato. Na pesquisa da CNI foram ouvidas 693 empresas industriais de todos os portes. Com o ineficiente sistema de infraestrutura e logística, os elevados custos tributários e o câmbio também foram citados na pesquisa. Outro item diz respeito ao financiamento das exportações. Na avaliação de boa parte dos empresários entrevistados, as linhas oficiais seguem pouco conhecidas.

     

  9. Marco St.

    25 de janeiro de 2014 12:10 pm

    Olha o nível…

    Pastor dono da Gama Filho e UniverCidade depõe por seis horas na PF

    Adenor Gonçalves dos Santos disse não saber onde foram parar R$ 100 milhões em empréstimos que a empresa adquiriu em 2011

    RIO – O controlador do grupo Galileo Educacional, pastor Adenor Gonçalves dos Santos, prestou depoimento na Polícia Federal por mais de seis horas nesta sexta-feira. O reverendo entrou pela garagem no prédio dos Correios, onde funciona a Delegacia de Patrimônio, às 14h, saindo de lá quase às 21h. Dono da mantença da Universidade Gama Filho e UniverCidade, ambas descredenciadas na semana passada pelo MEC, o pastor foi o terceiro personagem da crise das instituições a ser ouvido na investigação sobre possível esquema fraudulento de venda de entidade filantrópica, o que é ilegal.

    Nesta quinta, o presidente do grupo, Alex Porto, e um dos diretores da empresa, Wanderley Cantieri, também depuseram sobre o caso. Estudantes chegaram a fazer um protesto em frente ao local, surpreendendo Porto.

    Em seu depoimento, o pastor informou que não recebeu nenhuma verba proveniente da emissão de R$ 100 milhões em debêntures realizada pela Galileo em 2010. Na ocasião, os compradores dos títulos de dívida foram os fundos de pensão dos Correios (Postalis) e da Petrobrás (Petros), que utiizam em parte dinheiro público em suas transações. A atual direção da Galileo, que assumiu em 2012, alega hoje não ter indícios de onde o dinheiro foi aplicado, lembrando que a gestão anterior, do advogado Márcio André Mendes Costa, foi quem planejou o esquema junto com o Banco Mercantil e com os antigos donos da Gama Filho.

    Na próxima semana, estão previstos os depoimentos do ex-dono da UniverCidade, o ex-banqueiro Ronald Levinsohn, e o próprio Márcio André. Todos os personagens dessa trama atualmente brigam na Justiça, acusando-se mutuamente pela falência das duas instituições de ensino. Conforme O GLOBO informou, a família Gama Filho tenta reaver judicialmente a mantença da UGF, repassada à Galileo por mais de R$ 45 milhões.

    Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/educacao/pastor-dono-da-gama-filho-univercidade-depoe-por-seis-horas-na-pf-11400823#ixzz2rPZ8FTgK
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  10. Marco St.

    25 de janeiro de 2014 12:14 pm

    Petição a favor de que o

    Petição a favor de que o Brasil dê asilo a Snowden já tem quase 900 mil assinaturas

    Esquerda.net

     Dirigida à presidente e ao ministro da Justiça do Brasil, petição considera que o país “é o lar perfeito para um homem que sacrificou sua vida para divulgar a invasiva e ilegal espionagem dos EUA”.  

    “Se 1 milhão de nós nos mobilizarmos agora, poderemos enviar à presidente Dilma a maior mensagem de apoio cidadã na história”, diz-se no site

     

    “Se 1 milhão de nós nos mobilizarmos agora, poderemos enviar à presidente Dilma a maior mensagem de apoio cidadã na história”, diz-se no site 

     Uma petição dirigida à presidente do Brasil, Dilma Rousseff, e ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo a pedir a concessão de asilo a Edward Snoeden, que vive atualmente na Rússia, já foi assinada por mais de 880 mil pessoas e está perto de atingir o objetivo de um milhão de assinaturas.

    “Como cidadãos de todo o mundo profundamente preocupados com a violação em massa de nossa privacidade, pedimos a V. Exas que concedam asilo a Edward Snowden, que denunciou a espionagem norte-americana. Como líder de um movimento global pela liberdade na Internet e pela privacidade, o Brasil é o lar perfeito para um homem que sacrificou sua vida para divulgar a invasiva e ilegal espionagem dos EUA”, diz a petição “Um Lar para Snowden”.

    Maior mensagem de apoio cidadã na história

    “Se 1 milhão de nós nos mobilizarmos agora, poderemos enviar à presidente Dilma a maior mensagem de apoio cidadã na história”, diz-se no site, que apela à assinatura para garantir a segurança de Snowden e defender a democracia em todo o mundo.

  11. Marco St.

    25 de janeiro de 2014 12:34 pm

    Tudo nosso, nada nosso

    Tudo nosso, nada nosso

     

    Não existe educação que funcione. Por isso o “rolezinho” não é em bibliotecas. Só não vale depositar a culpa no som que é feito na favela.

     

    por Ferréz

    Carta Capital

    Foi duro para ela ouvir aquilo.

    – Você está com eles? Então Fora!

    O policial gritava e empurrava.

    Camila comprou o sapato na Santa Lolla em quatro parcelas. A blusinha foi na C&A, em três parcelas. A calça foi em mais parcelas, mas uma calça da Coca-Cola vale se apertar um pouquinho por mês.

    Renato ficou puto: como pode aquele policial ter chutado sua perna se a alguns dias o vendedor da Brooksfield o tratou tão bem naquele shopping?

    Brooksfield, marca que o cantor oriundo das periferias Belo usou durante anos, fazendo assim muitos jovens a desejarem pelas periferias.

    Quando Renato foi entrar na loja, o gerente daquele horário olhou para o vendedor mais jovem e deu um sinal: era para atender o “mano”, forma como os periféricos são apelidados pelos funcionários. Diferente dos doutores e jovens ricos que frequentam a loja e quase sempre passam horas e compram somente uma peça, os “manos”, entram timidamente, são inseguros, vão direto para as camisas pólos e muitas vezes compram duas ou três peças.

    Apenas dez minutos depois de entrar, Renato já está no caixa pagando duas camisas e uma bermuda. A menina do caixa parece legal quando ele diz que o pagamento é a vista e em dinheiro. Renato é acompanhado para fora da loja com o sorriso do vendedor que lhe entrega um cartão, o mesmo vendedor que também mora na periferia da Zona Leste.

    Renato, que mora na Vila Calú, anda pela praça de alimentação e vai escolher onde comer seu lanche.

    Dias depois Renato foi avisado de um “rolezinho” pela internet. A mensagem veio pelo Facebook.

    Um “rolezinho” foi como os jovens apelidaram uma forma de encontro em alguns lugares, coisa já feita há muitos anos por todas as classes (ou você nunca viu ou participou de um encontro na frente da faculdade?)

    A diferença é que, se os universitários não puderem se encontrar na frente da faculdade, fariam no bar; na periferia, ficar no bar é pagar para vacilar, e virar número que engorda as matérias sobre chacinas.

    O país há muitos anos é vendido como rico. “Estamos em acessão”. “Tudo está melhorando”. “Todos fazem parte dessa evolução”.

    Balela, mentira. A elite não está preparada para dividir seus espaços, seus feudos, sua exclusividade, mas uma coisa é certa: ela vai ter que aprender.

    “Por que eles não ficam no lugar deles?”

    Porque o lugar deles é ruim. Ninguém quer ficar mais desfilando de Mizuno de 1.000 reais em frente ao córrego, quem gosta de córrego é rato.

    A periferia há muitos anos está defasada de algo que atraia o jovem. Não temos meio nenhum de entretenimento para alguém que hoje completa 14 anos.

    A biblioteca mais próxima é um CEU da prefeitura (tem 3.000 títulos para mais de um milhão de habitantes).

    A piscina pública é também no CEU (tem que cadastrar e esperar sua vaga para nadar no horário determinado pela instituição).

    Um exemplo é um parquinho que fizeram aqui no Engenho Velho na Zona Sul onde moro.

    A prefeitura executou a obra ha duas semanas, com três gangorras feitas de pneus e correntes, dois gira-gira, e um escorregador. O parquinho nunca ficou vazio: crianças disputam espaço com jovens que às vezes ficam sentados horas ali, como é comum ficarem ociosos em calçadas por todas as periferias.

    Jovem é jovem, não importa a classe. Quer usar roupa que o valorize, quer sair para um lugar melhor, está tão cheio de dúvida que quando olha para o espelho ainda não sabe o que é, nem o que vai ser.

    No estacionamento, Carlos, advogado e classe média, escuta na rádio: “Com tanta riqueza por ai, cade sua fração, até quando esperar?”

    Ao seu lado, Renato, estudante e balconista, tido como classe baixa, escuta no rádio: “Nota de cem, nota de cem, joga os plaquê de cem”.

    Em alguns minutos Carlos vai entrar no shopping tranquilamente com sua camisa Hering e sua bermuda comprada num brechó de uma amiga, enquanto Renato, com sua camisa da Ambercromb e Fith, sua calça da Fórum, seu tênis Nike SB, seu óculos Oakley, e seu relógio Invicta, vai ser barrado na porta por ser periférico.

    Da ponte pra cá a vida nunca foi mamão, e de uns anos vem sendo notório que tudo está mudando, todos estão tendo acesso (nem que seja em parcelas) e querem também o que o “outro lado” tem a oferecer.

    Anos de exclusão, cozinhando e chegando em casa sem alimento, cuidando do transporte e não tendo como voltar para seu barraco, ensinando uma elite que lhe dá o desprezo em contra partida. Ninguém nasceu para ser coadjuvante de ninguém, a nova geração é mais desassistida, com escolas piores, sem exemplos de vida contundentes, sem expectativa para de fato construir uma família, afinal muitos vem de uma desconstrução

    Muito barulho, porque é no quintal da elite. Enquanto era no nosso tudo tranqüilo.

    Proíbe som alto, baile funk, passeio deles no shopping, proíbe, proíbe, proíbe. Sai mais barato criar leis do que dar conhecimento.

    O conhecimento é a chave, para discernir o que é melhor, desde o consumo pregado há tantos anos pelas mais competentes agências de propaganda (se esses jovens estão loucos por essas marcas, o trabalho deu certo parabéns).

    Não existe educação que funcione hoje neste país, por isso o “rolezinho” não é em bibliotecas.

    Só não vale depois depositar toda a culpa no som que é feito no barraquinho da favela. A maldição é o funk falando de suas roupas e carros?

    O menino do morro no palco é só a repetição de campanhas de marketing agressivas, que o fizeram ter vergonha de ser o que é, e querer se blindar de garantias de aceitação.

    Mas roupa não esconde pele, olhar, postura, serão esses os quesitos para barrar nas entradas dos impérios elitistas?

    A frase mais incompleta do país.

    Um país de todos.

    Vamos completar.

    Desde que cada um fique no seu quadrado.

    O caminho para a evolução nos nossos tempos não é ouvir funk carioca no pancadão, mas também não é fazer pilates trancado no seu presídio de luxo.

    Tanto discurso de inclusão durante os almoços, um país para todos, globalização.

    Mas na vida real balbucia a todo momento.

    – Mas esse povinho demora quando entra no avião.

    O acesso ao conhecimento tem de ser para todos.

    – A feira literária de Parati hoje é cheia, antigamente era tão bom.

    Tempos novos, novos acessos, muito ainda virá. Aposte no caos se não houver inclusão.

     

    1. CELSO ORRICO

      25 de janeiro de 2014 1:08 pm

      merece um post..

      Feerez é retado, esse artigo merece um post..ele foi ao fulco da questão: temos uma elite e uma classe média ( a histórica) podres..

      1. CELSO ORRICO

        25 de janeiro de 2014 1:08 pm

        corrigindo..

        fulcro..

  12. Marco St.

    25 de janeiro de 2014 12:48 pm

    Conselho “reprova” 60% dos

    Conselho “reprova” 60% dos formandos em medicina. Mas não eram os estrangeiros os incapazes?

    Fernando Brito

    med

    Saíram os resultados do exame de suficiência aplicado pelo Conselho de Medicina de São Paulo.

    59,2% dos mais de 2.843 médicos formandos foram reprovados por não terem atingido 60% de acertos nas questões oferecidas, resultado pior do que o de 2012, quando 54,5% não atingiram o índice esperado.

    Pediatria foi a área de pior desempenho: a média não atingiu mais que 47% de acertos entre os médicos formados em São Paulo.

    Boa parte das questões pediátricas foram as de pior índice de acerto:

    Transcrevo, sem alterações, o documento do próprio Cremesp:

    “Questões que tiveram baixa proporção de acertos podem revelar a falta de conhecimento dos participantes na solução de eventos frequentes no cotidiano da prática médica. Muitos daqueles que participaram do Exame do Cremesp de
    2013 demonstraram desconhecer o diagnóstico ou tratamento adequado de situações comuns e problemas de saúde frequentes, como pneumonia, tuberculose,hipertensão, atendimento em pronto-socorro, dentre outros. A seguir, alguns exemplos de questões com alto índice de erro:

    71% erraram qual é o ganho ponderal (em kg); crescimento de perímetro encefálico e de comprimento (ambos em cm) esperados em criança no primeiro e no segundo ano de vida: primeiro ano (7 kg; 12 cm. e 25 a 30 cm) e segundo ano(2,5 Kg; 2cm e 10 a 12 cm).67% erraram, no atendimento a menino de 8 anos, qual é o agente causador de tosse gradualmente progressiva num período de duas semanas: Mycoplasma pneumoniae.68% erraram o fato de que a bronquiolite tem seu pico de incidência em crianças entre 3 e 6 meses de idade.67% não souberam afirmar que o grau de redução da pressão arterial é o principal fator determinante na diminuição do risco cardiovascular em paciente hipertenso.

    Nenhum destes médicos deixará de ter o registro concedido pelo Conselho.

    Muitas de suas deficiências serão supridas na residência médica, pela prática  e pelo tempo.

    Mas existe uma que, infelizmente, não foi medida na prova e não vai ser corrigida, ao contrário, tende a piorar.

    O desinteresse pelo paciente e o mercantilismo com que se observa a saúde.

    O resultado do exame do Cremesp não é razão para debochar ou desmerecer estes médicos, dos quais o país e as pessoas precisam.

    É razão, sim, para olharmos o que está se tornando a medicina.

    Quando os dirigentes da categoria parecem mais assustados com a chegada de médicos para atender pessoas que estão abandonadas e às quais os médicos brasileiros – nem mesmo os novos, recém formados – querem ir atender do que com mais da metade dos formandos não saber que reduzir a pressão arterial diminui o risco cardíaco num hipertenso, há algo muito mais sério que esta surpreendente ignorância.

    Porque a ignorância se supre, com esforço. Um esforço que muito raramente vemos existir, infelizmente.

    Mas a indiferença, o mercantilismo e a desumanidade, nem com muito esforço.

     

  13. Raí

    25 de janeiro de 2014 12:50 pm

    A São Paulo, que queríamos que todos conhecessem.

    Parabens à companheira de blog, Tamára Baranov, pela lição de conhecimento da minha cidade, e pelas belas fotos e pelas belas pinturas, que retratam São Paulo, que nestes 460 anos, jamais deixou de ser cosmopolita porem hospitaleira, e se deixou de ser aquela cidadezinha sonhada pelos jesuitas, para ser um abrigo seguro e passou a crescer rápido demais, e perdeu aquele jeito de aristocrata, que os paulistas quatrocentões queriam preservar, e hoje, é a mais complexa mistura de pessoas, raças, religiões, folclores e problemas, tem entretanto,a cara de centro do mundo, sendo a maior representante de um país, que adotou Sampa, como sua cidade.

    1. Tamára Baranov

      25 de janeiro de 2014 2:09 pm

      Obrigada Rai, Sampa merece o

      Obrigada Rai, Sampa merece o nosso carinho e gratidão. 

  14. anarquista sério

    25 de janeiro de 2014 2:21 pm

     
    Belíssima crônica que

     

    Belíssima crônica que reflete a minha neurótica maneira de enxergar e viver em São Paulo:

    DRAUZIO VARELLA

    São Paulo

    O que me encanta e desafia é a imprevisibilidade, o estar por fazer, a paisagem humana, a confusão urbana

    A cidade em que passamos a infância nos perseguirá pela vida afora.

    Podemos mudar para outras regiões ou países distantes, viver por décadas na neve ou no sol escaldante, na calmaria da província ou no burburinho da metrópole, não importa, as ruas de nossos primeiros passos estarão em cada esquina.

    Nasci no Brás, bairro cinzento, com ruas de paralelepípedos, em que o apito das fábricas marcava a rotina dos operários com as marmitas, os afazeres das donas de casa e da molecada que passava o dia comigo no futebol na calçada da fábrica, em frente à casa em que morávamos.

    Numa época em que as famílias levavam as cadeiras para fora nas noites de calor e as contas de luz, água e telefone eram pagas no centro, a cidade já havia crescido tanto que para não me perder na multidão da rua Direita, Praça da Sé ou viaduto do Chá, precisava agarrar firme a mão enorme de meu pai.

    São Paulo seguiu em delírio de grandeza. As fábricas emigraram, a prestação de serviços virou fonte de riqueza, avenidas, lojas, bancos e supermercados chegaram a bairros distantes. Moradias e escritórios cresceram na vertical. Para ver a lua, corro risco de vida debruçado na janela do meu prédio. É um formigueiro de gente afobada. O trânsito insuportável não respeita horário nem fluxo e contrafluxo. A violência urbana, enfermidade contagiosa, virou fobia universal. Construímos mais cadeias superlotadas.

    São Paulo é sobretudo feia. Esbanja mau gosto no neoclassicismo brega dos edifícios com nomes franceses, nas vitrines, no desleixo generalizado com as fachadas, nas grades que aprisionam famílias, na pichação grosseira, na cafonice das decorações natalinas, na iluminação mortiça das noites, na americanice grandiloquente dos shoppings, no emaranhado de fios elétricos, nas casas sem reboque das favelas e da periferia inchada, no lixo das calçadas, na tragédia da cracolândia e na miséria andrajosa dos moradores de rua.

    Conheci cidades sem um cisco no chão, habitadas por cidadãos instruídos, à beira-mar ou no meio das montanhas, com horizontes a perder de vista, ruas sem imprevistos, silenciosas às oito da noite, bares que fecham às dez. Lugares idílicos, aprazíveis num fim de semana, mas para neuróticos com a alma impregnada pela balbúrdia paulistana, como este que vos escreve, morar neles seria flertar com o suicídio.

    O que me encanta e desafia em São Paulo é justamente o estar por fazer, a imprevisibilidade, a confusão urbana que me obriga a reinventar o jeito de viver a cada ano que passa.

    É a paisagem humana, o caldeirão de negros, brancos, mulatos e orientais, senhoras de roupas recatadas, meninos com o boné virado para trás, homens de gravata, casais que se beijam na boca no meio dos transeuntes, mulheres sedutoras, homossexuais de mãos dadas, camelôs, bêbados, travestis, putas, entregadores de pizza e a legião de motoqueiros que zumbe entre nossos carros atolados no asfalto.

    Pernambucanos, paraenses, gaúchos, bolivianos, europeus, asiáticos, africanos, a cidade acolhe a todos. Não que os receba de braços abertos, longe disso, mas se chegam dispostos a trabalhar ninguém lhes pergunta de onde vieram.

    Hoje, há mais verde nas ruas. Alheios à poluição florescem ipês amarelos, roxos e brancos, flamboyants vermelhos e alaranjados, tipuanas de flores miúdas que atapetam as calçadas, jacarandás mimosos e as sibipirunas com flores amarelas que imitam canários pousados nas copas.

    Os pássaros estão por toda parte: bem-te-vis, sanhaços, tico-ticos, chupins, maritacas em algazarra, sabiás-laranjeira que cantam de madrugada. Se até eles que podem voar para qualquer sítio escolhem viver neste inferno, por que não eu?

    Quero passar o resto dos dias nesta cidade atormentada, desigual, agressiva, gigantesca, absurda, com museus, livrarias, cadeias, botequins, restaurantes, orquestras sinfônicas e mais de cem espetáculos teatrais no fim de semana, ainda que as obrigações e os congestionamentos não me permitam ir a esses lugares.

    E, acima de tudo, trabalhar e conviver com a massa crítica de seres inquietos, diversificados, com histórias de vida e visões do mundo estranhas às minhas, que construirá a São Paulo dos meus bisnetos.

  15. Tamára Baranov

    25 de janeiro de 2014 6:06 pm

    Brincando com fogo: atire no presidente-zumbi (ou na sua ex)

    Nos EUA, empresa fabrica e vende alvos para tiros: um boneco zumbi de Obama e uma versão machista da sua ex-namorada: decotada, indefesa e pronta para ser baleada

    Por Felipe Amorim | Revista Samuel

    A indústria de armas dos Estados Unidos também resolveu entrar na onda da febre por artigos zumbi. Depois do sucesso mundial da série The Walking Dead — que, além de ter inspirado games e incentivado Hollywood a levar um affair de mortos-vivos para as telas do cinema, também deu motivos para crimes banais —, uma empresa californiana encontrou uma maneira, não muito ortodoxa, de capitalizar sobre o fetiche hype pelo “apocalipse zumbi”. Para dar vida à experiência, a Zombie Industries vende alvos tridimensionais em tamanho real que podem sangrar, ser mutilados e até explodir em pedaços. Entre os bonecos “infectados com o vírus zumbi”, dois deles têm causado grande polêmica no país:Rocky (pela sua mórbida semelhança com o presidente Barack Obama) e Alexa (único exemplar feminino entre os manequins, a ex-namorada em que você pode atirar).

    Durante esta semana, o encontro anual da maior organização pró-armas dos EUA, a NRA(National Rifle Association), reuniu mais de 70 mil visitantes em Houston, no Texas. Em um dos estandes da feira, a Zombie Industries expôs todos seus alvos para tiros: alienígenas, palhaços, alguns animais, soldados nazistas e um árabe barbudo (terrorista muçulmano, obviamente) que muito se parece com Osama Bin Laden. No entanto, somente o boneco com traços que lembram o presidente democrata dos Estados Unidos incomodou os organizadores. Incomodou tanto, que a NRA, entidade que se apresenta como guardiã da 2ª Emenda Constitucional do país e defensora dos direitos dos proprietários de armas, pediu para que fossem retirados da exposição os exemplares do boneco “Bleeding Rocky Zombie” — mas que ainda pode ser adquirido online pelo preço de US$ 89,95 (R$ 180).

    “Qualquer semelhança é mera coincidência?”: NRA obrigou empresa a retirar produto dos estandes

    Em seu site, a empresa afirma que tudo o que vende é fictício. “Nomes, personagens, histórias, lugares e incidentes são produtos da imaginação do autor, usados com propósitos ficcionais”, adverte a companhia, que disponibiliza uma espécie de release sobre cada boneco; todos têm nome e uma “historinha” para situar os personagens. “Qualquer semelhança é mera coincidência”. Será? Perguntados pelo site BuzzFeed sobre o fato de a familiaridade ser ou não intencional, funcionários da empresa presentes no evento da NRA desconversaram. “Vamos apenas dizer que eu dei um desses de presente de Natal ao meu pai, um republicano.”

    Feitos de plástico biodegradável, os modelos da Zombie Industries simulam sangue e mutilação; alguns até explodem

    No site da empresa, a descrição do produto vem recheada de referências sutis a conteúdo político. “Fique alerta, Rocky é ALTAMENTE perigoso em função da sua ágil perspicácia e força. Ele foi visto pela última vez gritando algo como: ‘Zombie Industries acreditam na América!’. E nós acreditamos.” O slogan da campanha do republicano Mitt Romney, adversário de Obama em 2012, era “Believe In America”.

    Favorável a políticas restritivas a armas, Obama subiu o tom do discurso após os ataques na escola de Newtown, em Connecticut em dezembro de 2012. Após o Senado rejeitar uma proposta bipartidária para o controle de armamentos, o presidente manifestou seu desapontamento. “Um dia vergonhoso. Como uma medida desejada por 90% da população é rejeitada por uma minoria no Senado?”, questionou.

    Alexa, ou simplesmente “a ex” é o único exemplar feminino na lista de produtos da Zombie Industries

    A “ex”

    Além do “exemplar presidencial”, a empresa também vende um boneco chamado simplesmente de “a ex” — uma modelo peituda, com um generoso decote, que sangra quando é alvejada. Dos cerca de 15 produtos disponíveis, Alexa é o único manequim feminino.

    “Discriminar as mulheres excluindo elas de estarem representadas na nossa lista de produtos seria apenas algo sexista”, diz a empresa, que não vê contradição entre o seu discurso e os estereótipos machistas — fatalmente, perigosos — reforçados pela maneira como a única personagem feminina foi construída.

    Muitos críticos da linha de produtos da Zombie Industries insistem que a violência contra a mulher está longe de ser apenas um contratempo qualquer, na verdade, é um problemão. De acordo com o site PolicyMic, a violência doméstica é a maior causa de danos às mulheres; mais do que acidentes de carros, assaltos e estupros. Um terço das mulheres vítimas de homicídio nos EUA são mortas pelo parceiro.

    Obama-zumbi na TV

    Comercializados pela empresa californiana desde o ano passado, os modelosobamanescos de Rocky já chegaram até a aparecer em dois seriados da rede Discovery Channel. Os programas são uma espécie de mistura pró-armas entre as séries de sucessoMyth Busters e American Choppers — em vez de motocicletas ou mitos do senso comum, o elenco testa e produz armamentos.

    Em Sons Of Guns, o reality-show sobre uma pequena fábrica de armas na Louisiana, os bonecos zumbis apareceram no episódio final da 3ª temporada, que foi ao ar em abril de 2012. No programa, os protagonistas foram desafiados a produzir “A” arma anti-zumbi. Para testar a peça, vários modelos da Zombie Industries foram usados, entre os quais alguns exemplares de Rocky.

    O segundo seriado, American Guns, não teve tanto sucesso, e foi cancelado pela Discovery após o massacre na escola de Newtown. Em um episódio chamado “Zombie Takedown”, alguns modelos Rocky também serviram de alvos para tiros, explosões e esfaqueamentos. 

     

  16. Sergio de Moraes Paulo

    25 de janeiro de 2014 6:32 pm

    Craques e crack

    LN, 

     

    ainda a respeito da ação do Denarc na Cracolândia. Meu atrevido palpite. 

     

    Abraço. 

     

    opapiteiro. 

     

    http://opalpiteiro.blogspot.com.br/2014/01/na-falta-de-craques-o-crack.html

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