18 de junho de 2026

Morre o Nobel de Literatura Gabriel García Márquez

Jornal GGN – Periódicos internacionais afirmam que o escritor Gabriel García Márquez morreu na tarde desta quinta-feira (17). Com 87 anos, o vencedor do prêmio Nobel de Literatura lutava contra a reincidência de um câncer que atingiu seu aparelho respiratório e fígado, segundo informou o mexicano El Universal na última segunda-feira, 14. Na ocasião, a família de Gabo, como era conhecido o autor de Cem Anos de Solidão, negou as informações.

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Na quarta (16), o El Universal voltou a publicar uma matéria sobre o estado de saúde do jornalista colombiano. Ele continuava em “estado delicado próprio de sua idade e dos problemas sofridos nos últimos tempos”, conforme declarou o médico Jorge Oseguera, que afirmou ter feito visitas à residência do escritor.

O escritor passou os últimos dias ao lado da família. Ele recebeu alta do Instituto Nacional de Ciência Médicas e Nutrição Salvador Zubirán no último dia 8, após ficar 15 dias internado devido a um quadro de desidratação e processo infeccioso pulmonar e de vias urinárias.

García Márquez foi diagnosticado com câncer linfático em 1999. Graças a um tratamento quimioterápico realizado nos Estados Unidos, conseguiu inibiar a doença. Com a recaída, entretanto, a família decidiu não mais submetê-lo a tratamentos médicos e passou a cuidar dele em regime domiciliar, na tentativa de melhorar sua qualidade de vida, informa o jornal mexicano.

Gabo foi um dos maiores escritores da literatura universal, e assinou obras como Amor nos Tempos do Cólera, Ninguém Escreve ao Coronel, O Outono do Patriarca e Crônica de uma Morte Anunciada.

Cintia Alves

Cintia Alves é jornalista especializada em Gestão de Mídias Digitais e editora do GGN.

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18 Comentários
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  1. Doney

    17 de abril de 2014 8:45 pm

    Que a terra lhe seja leve

    Um dos últimos grandes comunistas… já se foram Niemeyer, Saramago, Hobsbawm… dentre tantos… creio que o último que restou seja Eduardo Galeano…

  2. Walker Liberal

    17 de abril de 2014 9:06 pm

    Metade genio metade

    Metade genio metade idiota…

    Por lado um gigante da litetatura mundial, de outro um comunista amigo de ditadores.

     

    1. nilccemar

      17 de abril de 2014 10:34 pm

      Tivesse lido um livro de

      Tivesse lido um livro de Gabriel Garcia Marquez, ou menos até, se tivesse lido um livro qualquer inteiro na vida, teria um pouco de imaginação pelo menos. Não ficaria repetindo o dito por outros, que, por sinal, também se repetem nos comentários: isso já foi dito quando da morte do maior filósofo-historiador do século XX, Eric Hobsbawn, e também quando morreu Niyemeier.

      1. Walker Liberal

        17 de abril de 2014 11:43 pm

        Agora, diante do pelotão de

        Agora, diante do pelotão de fuzilamento,  te respondo que essa frase já tem décadas e é empregada em várias situações. Deixe de ser as duas metades idiota….

        1. lenita

          18 de abril de 2014 1:15 am

          Quanto a vc, nem precisa

          Quanto a vc, nem precisa dividir para saber. É de uma imbecilidade a toda prova. Morre um grande escritor, um dos mais famosos da América Latina e o sr. Valker fica se apegando à questões políticas. Deve ser um daqueles que só de ver a palavra comunista, se arrepia todo de medo. Aff

    2. CELSO ORRICO

      17 de abril de 2014 10:54 pm

      Walker Liberal

      é pra vc..

       

    3. P Pereira

      17 de abril de 2014 11:09 pm

      =S

    4. nilccemar

      18 de abril de 2014 2:19 am

      Entendo …

      Alguma alma caridosa lembrou-se de produzir uma frase de efeito para ser utilisada pelos invejosos, e que serve para quando não conseguem balbuciar nada de proveitoso. Mas, não era melhor então o silêncio ?

  3. tiao

    17 de abril de 2014 10:06 pm

    Em 1983 estava lendo Cem Anos

    Em 1983 estava lendo Cem Anos de Solidão,quando nasceu minha filha.Dei-lhe o nome de Amaranta,que é um dos personagens do livro.Obrigado Gabriel por ter nos presenteado com suas palavras,e por ter inspirado o nome de minha filha.Pessoas como você não morrem,ficam encantadas.

  4. nilccemar

    17 de abril de 2014 10:30 pm

    FEZ SUA INEVITÁVEL PASSAGEM

    Mas morrer mesmo, Gabriel Garcia Marquez nunca morrerá, é um autêntico IMORTAL. Nos ensinou muito sobre a América Latina, seus tiranos, suas fantasias, lendas, constumes, encontros. Nos ensinou a usar a imaginação, e mostrou uma visão de temporalidade bem mais ampla, ampliou nossas mentes, nos educou, portanto, vive em nós.

  5. jns

    17 de abril de 2014 10:38 pm

    ‘Cien Años de Soledad’

    Falleció el Premio Nobel Gabriel García Márquez (+Fotos +Video)

    Poema apócrifo atribuido a García Márquez, en verdad escrito por un ventrílocuo y joven humorista mexicano: Johnny Welch, de quien el gran novelista colombiano se refirió a la pequeña obra como un poema cursi del cual se sentía avergonzado: “Lo que más me puede matar es la vergüenza de que alguien crea que de verdad fui yo quien escribió una cosa tan cursi” G. Márquez.

    En una nota escrita por el periodista Raúl Trejo Delabre, explica que un ventrílocuo se atribuyó ser el autor del poema “La marioneta de trapo” que fue dicho por su muñeco “El Mofles” en una de sus tantas audiciones cómicas por radio y Tv. Y por su lado, el joven Welch no sabe quién le atribuyó el poema a García Márquez y lo distribuyo por todo el mundo.

    [video:http://youtu.be/Kv-oBJmq6so%5D

    Meses después de las declaraciones del novelista, volvió a referirse al hecho, disculpándose por sus palabras que calificaban el poema de cursi y de sentirse avergonzado. En verdad, el poema no es malo ¡quién quisiera escribir así! y el Gabo hizo bien en disculparse con Welch, buen cómico y buen poeta joven; además, este no tenía nada que ver con el affair. El poema lo dijo su muñeco o marioneta “El Mofles”. Noten que los dos versos finales dicen. “porque cuando me guarden dentro de esa maleta, infelizmente me estaré muriendo”. Habla la marioneta. (Manlio Argueta).

  6. anarquista sério

    18 de abril de 2014 12:20 am

    Vamos dividir as coisas
     

    Vamos dividir as coisas

      ótimo escritor e péssimo político.

       O cara que apoia o regime cubano,ou é ficcionista,louco ,fora da realidade ou quer fazer  média com o povão.

     Como ele era escritor…..quem sabe…..era apenas ficcionista.

  7. Jofran Oliva

    18 de abril de 2014 1:16 am

    As pessoas não entendem. . .

    As pessoas não entendem que muitos intelectuais admiram Fidel Castro, não pelo regime comunista que ele impôs à Cuba, afinal qualquer criança de primário sabe que o comunismo é um sistema político que não deu certo, e que é limitado num mundo predominantemente capitalista, mas admiram Fidel Castro por ter peitado os Estados Unidos, e que apesar de Cuba viver isolada do mundo graças ao boicote americano, conseguir que não haja crianças fora das escola, que tenha uma das melhores medicinas preventivas do mundo, e que se não conseguem comer à tripa forra como os americanos, pelo menos ninguém durma com fome na ilha

  8. lenita

    18 de abril de 2014 1:19 am

    Quando li Cem anos de

    Quando li Cem anos de solidão, era ainda mt nova para compreender o livro. Mas Amor nos tempos do cólera, foi maravilhoso e não empresto prá ninguém.

  9. Jair Fonseca

    18 de abril de 2014 3:02 am

    Ave atque vale, Gabo!

    Ruy Guerra fez quatro ótimos filmes baseados em obras de García Márquez, entre eles: Erendira, com Claudia Ohana e Irene Papas, de 1983; e O veneno da madrugada, com Flávio Sabag e Rejane Arruda, de 2005.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=QYWmvTecm4s%5D

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=WAn_yYWjzm0%5D

     

     

  10. Maria Luisa

    18 de abril de 2014 8:00 am

    Cem anos de Solidão

    Os mediocres se repetem todos : “era um comunista, amigo de ditador, um idiota”. Coitados. 

    Adios, Gabo, que tanto amou a América Latina!

  11. Ex-combatente

    18 de abril de 2014 7:03 pm

    Obrigado

    Se Bolivar libertou, Marques nos revelou (assim como Galeano) esta América com todos os seus encantos e atrocidades. Através de sua obra jornalístico/literária, deu vóz ao continente com seus invasores, santos, tiranos, putas, heróis, assassinos, virgens, escravos e nobres. Oprimidos e opressores desfilam pelas suas páginas esfregando em nosso rosto sua inevitável solidão interior.

    Obrigado, Gabo.

  12. jcordeiro

    19 de abril de 2014 12:08 am

    SAUDADE

    Nassif: desde antes de ontem Macondo esta triste. O Pavilhão a meio-pau, na Casa da Administração, confirma o pesar. Aureliano Buendía, Amaranta Úlsula e tantos outros transeuntes do um imaginário inconfundível vagam pelos sentimentos daqueles que se deleitaram na fábula do Gabo. E quando o pergaminho teve seu selo rompido e o escrito, irrepetível, declamado por Aureliano Babilonia, Melquídes despertou para celebrar a cerimônia final das estirpes condenadas a Cem Anos de Solidão. Gabriel Garcia Marquez, SAUDADE…

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