
Disputa pelo orçamento, cortes de gastos fundamentais, descuido com a competitividade interna, submissão ao jogo financeiro não são prerrogativas do Brasil. O livro “O sequestro da América”, de Charles H. Ferguson traça um retrato da crise norte-americana em tudo similar à brasileira.
No livro, ele denuncia o sequestro das políticas públicas pelo setor financeiro. Mostra o esgotamento do duopólio político nos Estados Unidos, com ambos os partidos extremamente refratários a mudanças e subordinados ao financiamento eleitoral dos grandes grupos .
Fala da necessidade de mudar as prioridades, focar em educação, poupança e investimento, deixando de lado a confiança excessiva no poderio militar e na energia barata.
Mostra, finalmente, uma profunda decepção com a incapacidade do governo Barack Obama romper o círculo de ferro da política econômica.
Os megaescândalos e a desregulação
A desregulação financeira alterou completamente a própria psique do sistema bancário norte-americano. Virtudes como a moderação, o não exibicionismo, preponderantes até os anos 80, foram substituídas pela exaltação do consumismo mais superficial.
“Até os anos 1980 uma combinação de tradição, reputação e regulamentação rígida determinava a remuneração dos banqueiros e impedia grandes abusos sistêmicos”, diz ele. Agora, “em todos os níveis –de corretores isolados a CEOs e conselhos de administração, passando por transações entre empresas –pessoas e companhias são recompensadas de imediato (e normalmente em dinheiro) por produzir lucros a curto prazo, sem punições análogas por gerar perdas subsequentes”.
“Durante a bolha dos anos 2000 os lucros da área dispararam para se tornar quase 40% de todos os lucros empresariais nos Estados Unidos. A remuneração média das pessoas trabalhando em bancos de investimento americanos saltou de cerca de 225 mil dólares –um número já impressionantemente alto –para mais de 375 mil dólares, patamar no qual permaneceu, mesmo após a crise. E isso apenas em dinheiro; esses números não incluem opções de ações”.
Os gastos e a vida conspícua “desorientam as bússolas morais –assim como os elevadores privativos, os jatos particulares, as salas de jantar exclusivas e os chefs pessoais dos sócios, os helicópteros, a cocaína, as boates de strip-tease, as prostitutas, as esposas jovens e bonitas, as mansões, os empregados, os jantares oficiais na Casa Branca, os políticos e instituições de caridade bajulando e as festas multimilionárias”.
O livro centra fogo no papel dos bancos americanos e europeus nos grandes escândalos financeiros do período, auxiliando a fraude empresarial da Enron, lavando dinheiro de cartéis da droga e das forças armadas iranianas, ajudando em evasão fiscal, escondendo ativos de ditadores corruptos, conspirando para definir preços e cometendo muitas formas de fraude financeira.
O custo foi alto.
Crise, recessão e gastos emergenciais para impedir a quebra do sistema financeiro provocaram aumento de 50% da dívida nacional. Com o déficit fora de controle, governos estaduais e municipais cortaram em serviços essenciais, incluindo educação e segurança pública.
Dois milhões de famílias perderam suas residências em 2011. Distritos escolares relataram o aumento de crianças sem-teto, devido às execuções de hipotecas. Adultos voltaram a morar com os país, muitos deles dependendo das pensões dos pais para sobreviver. A taxa de pobreza saltou para 15% em 2011, incluindo mais de 16 milhões de crianças.
A concentração de renda
A extraordinária concentração de renda no período criou o que o autor denomina de “economia de dossel” – a parte da vegetação que fica na copa das árvores, em florestas muito cerradas, e que acabam não tendo ligações com o solo e as raízes.
A lógica da economia de dossel aumentou substancialmente os lucros das corporações e dos seus dirigentes, mas prejudicou fundamentalmente a economia interna e o americano médio, que não se beneficiou dos grandes avanços tecnológicos do período.
“O dossel é um mundo de cálculos: trabalhadores indianos e chineses têm padrões de vida muito inferiores aos americanos, portanto trabalham por salários menores”, diz ele.
Com essa visão, a economia norte-americana passou a perder competitividade cada vez mais, porque a lógica do CEO não é a lógica nacional. “Cada vez é maior o número de países com sistemas de banda larga e infraestrutura de logística (como portos, aeroportos e ferrovias) superiores aos dos Estados Unidos. Mas não faz sentido para os CEOs americanos, pessoal ou profissionalmente, pressionar por políticas governamentais que melhorem os sistemas de ensino ou a infraestrutura dos Estados Unidos, em especial se isso também implica um aumento de impostos”.
A queda no nível da educação acentuou a concentração de renda. Hoje em dia, nos EUA, a renda familiar tem peso de 50% para determinar as perspectivas econômicas de um filho durante toda sua vida. Na Alemanha, Suécia e França, mesmo com sua forte estrutura de classes, em média a renda familiar tem peso de apenas 30%. E nas sociedades mais igualitárias, como Canadá, Noruega, Dinamarca e Finlândia, não passam dos 20%.
Para ascender à classe média alta é necessário o diploma em uma instituição de elite ou em uma pós-graduação. E os estudantes dessas escolas saem maciçamente das famílias mais ricas.
Ao mesmo tempo, diz o autor, “a competitividade econômica fundamental americana diminuiu bastante, à medida que sua infraestrutura física, seus serviços de banda larga, sistema de ensino, preparo da força de trabalho, cuidados de saúde e políticas energéticas não acompanharam as necessidades de uma economia avançada”.
Há um discurso permanente a respeito do déficit federal, com o mercado insistindo em cortes de impostos para manter a competitividade. E o mantra de que qualquer regulamentação adicional irá “estrangular” a inovação.
A produtividade do trabalho aumentou inéditos 5,4% em 2009. Mesmo assim as empresas não começaram a contratar e o salário médio caiu.
As consequências políticas
As consequências vão muito além do aumento da concentração da renda: estão levando à própria falência da política. O retrato que traça da desagregação política é em tudo similar ao brasileiro: “À medida que os Estados Unidos entram em decadência, extremistas religiosos e políticos começam a explorar a insegurança e o descontentamento crescentes da população. Até o momento isso assumiu a forma principalmente de ataques ao governo federal, a impostos e gastos sociais. Contudo, algumas vezes também assume formas mais radicais: cristianismo anticientífico e fundamentalista, ataques à educação, ao ensino da evolução, a vacinas e atividades científicas, e demonização de grupos, como imigrantes, muçulmanos e pobres”.
Na base de tudo, os financiamentos políticos: “Ambos (partidos) recebem um enorme volume de dinheiro, sob muitas formas –doações de campanha, lobbies, contratações pelo setor privado, favores e acesso especial de diversos tipos. Políticos dos dois partidos enriquecem e traem os interesses do país, incluindo a maioria das pessoas que votaram neles. Mas os dois partidos ainda conseguem apoio porque exploram habilmente a polarização cultural dos Estados Unidos”.
Montam jogos de retórica. “Os republicanos alertam os conservadores para os perigos de secularismo, impostos, aborto, bem-estar social, casamento gay, controle de armas e liberais. Os democratas alertam os social-liberais para os perigos de armas, poluição, aquecimento global, proibição do aborto e conservadores. Ambos os partidos fazem uma cena pública de como seus confrontos são ácidos e como seria perigoso que o outro partido chegasse ao poder, enquanto se prostituem com o setor financeiro, indústrias poderosas e os ricos. Assim, a própria intensidade das diferenças entre os dois partidos quanto a “valores” permite a eles cooperar no que diz respeito a dinheiro”.
Qualquer semelhança com o quadro brasileiro não é, definitivamente, mera coincidência.
Ivan de Union
23 de outubro de 2015 12:56 pmContabilidade da Maior Importancia
Uma vez eu e me uirmao estavamos fazendo gozacao a respeito de algum assunto que nao lembro mais e a conversa (de um delegado ou juiz) com alguem ia assim:
“Profissao?”
“Prostituta.”
E a gente morrendo de rir com a conversa inventada, da qual a unica parte que me lembro essa essa.
Hoje imagino outra, bem mais real:
“O que voce faz no FBI?”
“Sou contador.”
“Que bom, voce faz contabilidade de que?”
“De limpada de cu”…
Etc…
Eh alguma surpresa que o governo dos Estados Unidos anda perdendo bem mais que credibilidade, Nassif?
jasantos
23 de outubro de 2015 1:28 pmAlguma coisa está errada…
Vidal Gore já questionava alguns dos pontos acima, e lá se vão muitos anos…
Obviamente que os liberais vão dizer que os problemas ocorrem por falta de… mais liberalismo.
Infelizmente por aqui tem gente querendo fazer uma copia piorada e desbotada do que ocorre por lá.
Edson Wander Dias
23 de outubro de 2015 1:34 pmum dos melhores artigos
que já li aqui no jornalggn. Excelente!!
Martin Afonso
23 de outubro de 2015 1:43 pmCerto…. os EUA estão mal…
Certo…. os EUA estão mal… e nós com essa visão estatista e pré bolivariana estamos indo muuuito bem….
Então tá… o mais rico e poderoso país do mundo está errado…
Ah Nassif, vc já foi bem melhor….
JBzinho
23 de outubro de 2015 1:46 pmOU esse GGN coloca um
Ou esse GGN coloca um mata-burro na porteira ou não volto mais aqui. Será que alguém com mais paciência que eu poderia explicar a esse burraldo que as conclusões expostas no post são do Charles Ferguson. Aí vem um burraldo com tapadeira e diz, sentencioso, “ah, Nassif, você já foi melhor”. A inteligência é discreta, mas a burrice é como luz de neon.
Lâmpada de Diógenes
23 de outubro de 2015 1:54 pmCertíssimo…
Ah Martim Afonso, vc não pode ser pior …
Lâmpada de Diógenes
23 de outubro de 2015 1:54 pmCertíssimo…
Ah Martim Afonso, vc não pode ser pior …
Nandex
23 de outubro de 2015 4:03 pmO país rico;
E o país com a
O país rico;
E o país com a maior dívida do mundo, que já não tem como pagar!
Estão reféns do mercado financeiro.
Assim como ocorreu com a Grécia, Portugal e Espanha recentemente e provavelmente muitos outros em que o Estado fraco, tornou-se refém dos bancos.
Maurício Reis
23 de outubro de 2015 5:10 pmLivro de 2011
Eu não li o livro, mas uma teclada no Google e você descobre que o livro é de 2011, o Nassif redirecionou a resenha aqui neste momento simplismente por que o cenário, além de ter se agravado nos EEUU desde então, é bem semelhante ao que vivemos no Brasil. Chama a atenção como a crise que se instaurou no Brasil tem seguido um processo que ocorre há muito tempo e tende a se perpetuar. Observe os traços de radicalismo religioso, conservadorismo versus liberalismo, etc, apontados pelo autor do livro e que igualmente estão cada vez mais proeminentes no Brasil. Junte isso ao superficialismo da sociedade movida pelo consumismo de massa e a estupidez e a vaidade proeminentes nas redes sociais.
joca
23 de outubro de 2015 6:18 pmCorreto
Voce esta correto, Martin Afonso. O pais mais poderoso do mundo em todos os aspectos (economico, militar, esportivo etc) ha cerca de um seculo esta completamente errado.. Entre professores e ex-alunos a Universidade de Standford, por exemplo, tem mais de 80 premios Nobel A universidade de Haward tem o mesmo nivel de docentes e ex-alunos agraciados com o premio. .O Brasil, ainda, nao tem ninguem agraciado, apesar de ter grandes profissionais merecedores do premio, mas que na sua maioria mudam-se para la, nao sei porque motivo. A universidade de Notre Dame, em Indiana, tem um estadio de futebol americano que comporta 85.000 pessoas, muito mais que a capacidade do nosso Maracana, tao exaltado. Sao dezenas e dezenas de centros de ensino de excelencia. E o nosso slogan atual e “Brasil patria educadora”.
Enquanto isso no Brasil do slogan “Pais rico e pais sem probreza”. o governo e a comitiva viajam para os Estados Unidos e Europa e ficam nos melhores hoteis, aluguam carros ao custo de US$ 100.000 dolares nos Estados Unidos e, ainda, ficam devendo a fatura, sem falar na violencia que mata 60.000 pessoas por ano, mais que a guerra da Siria. Inflacao galopante, deficit de 70 bilhoes de reais, mas que em marco deste ano era superavit de 8 bilhoes de reais. Acho que o governo da patria educadora nao sabe fazer conta ou nao teve controle dos gastos.
lenita
23 de outubro de 2015 9:56 pmO pobre coitado
Não deve ter lido nada, pois nem percebeu que são trechos de um livro e não palavras do Nassif. Essa exposição do Blog no IG, se não me engano, pode dar mt IBOPE, mas a qualidade dos comentários !!!!!! Cruzes. Como o Brasil pode melhorar ?
Flics
23 de outubro de 2015 11:07 pm“… visão PRÉ
“… visão PRÉ bolivariana…”
Que bixo será este?… deve ser a visão antes do Chaves ou o índio boliviano?…
Perderam a total vergonha de expor a sua ignoráncia em público e deixar registrada!
Cassio Magalhaes
23 de outubro de 2015 2:51 pmSó não temos o poderio
Só não temos o poderio militar!
Weider
23 de outubro de 2015 3:36 pmAmerica vai bem, obrigado!
Entre os Ups e Downs a America continua bem e obrigado!!
Alexandre Weber - Santos -SP
23 de outubro de 2015 3:55 pmOs pulsões básicos dos humanos
São quatro, mas aqui interessa o da ingestão de substâncias que alteram a consciência.
O USA passou do Valiun da década de 50 para a Cocaína dos 90.
Aqui no Brasil estamos na Cachaça do séc. XIX.
Nandex
23 de outubro de 2015 3:55 pmMas isso é intencional, não
Mas isso é intencional, não colocariam Cuba como Estado terrorista a toa! O estado ajudar o povo com políticas públicas é inimiga do capitalismo selvagem. Pessoas deixariam de se render a trabalhos degradantes por pão e água. Além disso dar o poder ao povo, estatizaria os recursos naturais do estados e todo lucro iria para o povo com educação e saúde. Um Estado forte é contra um capitalismo forte, principalmente o capitalismo de meia dúzia que tentam controlar o volume financeiro mundial.
Nandex
23 de outubro de 2015 10:03 pmÉ interessante a
É interessante a justificativa que dão para retirar o poder de estado do povo, que a razão seria a corrupção; mas é justamente a corrupção que retira o poder de estado do povo e que tira o poder de todos para dar o poder a um único ser.
Nandex
23 de outubro de 2015 4:21 pmUm texto
Um texto interessante:
http://www.anonymousbrasil.com/mundo/ucrania-russia-e-china-ameacam-os-eua-com-cobranca-de-divida/
marcelo apologeu da silva
23 de outubro de 2015 5:26 pmQuanta baboseira
Sou Brasileiro, larguei o Brasil a 2 anos e vim morar nos USA.
De diretor de empresa, hoje trabalho como garçon em um bom restaurante americano.
Vivo como classe média alta do Brasil, filhos em escola gratuita, com grade “A”, ando na rua a noite, de dia, na praia, sem medo. Sou respeitado como consumidor ! Sou respeitado como cidadão. Vejo pessoas cometerem crime, e serem severamente punidas.
Desculpe Sr. Nassif, mas lhe falta óculos….
Paulo Cembranelli
23 de outubro de 2015 6:38 pmResposta a Marcelo Apologeu
Resposta a Marcelo Apologeu da Silva
Marcelo dê-nos a fórmula de como imigrar para os Estados Unidos,,,me parece tão fácil, como você fez???
Ubiracy Figueiredo
23 de outubro de 2015 7:00 pmO livro “O sequestro da
O livro “O sequestro da América”, de Charles H. Ferguson traça um retrato da crise norte-americana
LUIZ c. wilcke
23 de outubro de 2015 7:25 pmQuanta baboseira
Acho que voce não prestou a atenção ao texto. O Nassif não faz o comentario, ele se rfere ao livro escrito por um americano. Ele se refere ao comparativo de politicos, e não a questão social. Quero ver se vão lhe respeitar quando voce ficarvelho e doente.
Renato Ferreira Lima
23 de outubro de 2015 6:08 pmEUA perdendo credibilidade?
Não é o que dizem os números. Recebem maiores investimentos diretos que nós, é o país com mais intensa pesquisa no mundo e maior número de patentes (o que indica investimentos de longo prazo), fazem parte dos mais importantes blocos comerciais do mundo.. E a taxa de juros dos caras é de 0,25 ao ano. Aqui, nós com 14 ao ano… e na hora que os EUA elevarem essa taxa para 2 ou 3 (o que vai acontecer), não há dúvida de para onde o dinheiro irá – afinal, moratória (leia-se calote), lá, é palavrão.
O interessante é que o artigo pinta os EUA como se o liberalismo (?) de lá estivesse desenhando um grande caos urbano e social. Bom, nossos socialistas e seus congêneres envergonhados (os social democratas) dominam 100% do território brasileiro há pelo menos 30 anos. E não há um único inidicador social nosso que seja melhor que o pior indicador nos EUA. Do mais básico (saneamento) ao mais elevado (educação) – as políticas sociais dos liberais (?) de lá dão um banho nos resultados dos socialistas daqui.
Os fatos são esses. Os EUA estão longe de ser um país perfeito, mas suas instituições inspiram muito mais confiança dos que as nossas.
HumbertoGuedes
23 de outubro de 2015 6:24 pmEis um dos problemas do
Eis um dos problemas do hiperfoco inerente à especialização cognitiva, do linearismo logicista formalista da tradição: perde-se a visão de conjunto, a perspectiva histórica e se deixa manietar por sistemas abstracionistas de princípios, conceitos e procedimentos pré-ordenados.
Ora, a ditadura financista não é uma novidade. nem mesmo dos últimos 30 anos, tampouco no Brasil.
Apenas recrudesceu nos últimos 40/50 anos, especialmente a partir da quebra do padrão ouro, ou mais para trás um pouco logo na década seguinte ao pós-guerra com os preparatórios neoliberais, digamos, ávidos pela queda do Muro (ver, p.ex., os documentários: “A Armadilha: O que aconteceu com Nosso Sonho de Liberdade?”, “Los amos del mundo”, e a série “Zeitgeist” só para começar, meio que arrematando, afinal para bom entendedor meia palavra basta, dizia mamãe!).
Saudações libertárias, vitalistas, antifinancistas, portanto, democráticas.
Avelino de Oliveira
23 de outubro de 2015 10:36 pmOi Humberto
Procurei o
Oi Humberto
Procurei o documentário, “A armadilha…” que você citou. Sem chance.
Se tiver algum link e quiser disponibilizar, agradeço.
Saudações
Steiger
23 de outubro de 2015 6:26 pmEUA
Sou cidadão suiço. Moro no Brasil. A mim me espanta tanta teoria da parte de jornalistas de esquerda, por assim dizer. Os EUA são o país mais evoluido economica, cultural e militarmente falando da história da humanidade não é por acaso. Como bem citou o Marcelo Apologeu em seu comentário acima, o que interessa para nós, cidadãos de classe média, é a segurança, o respeito, o acesso aos bens materiais necessários a sobrevivência e, pq não, o acesso aos nossos sonhos materiais, também. Quando leio todas essas teorias à respeito da América eu me pergunto: se aqui sabemos de tudo pq não conseguimos construir um país de verdade? Mesmo eu sendo cidadão suiço se eu pudesse morar nos EUA não pensaria duas vezes. Nassif, não sei o que houve com você mas houve um tempo que admirava seus escritos. O PT melecou sua cabeça.
lenita
23 de outubro de 2015 10:02 pmSuiço do duro ?
Ou só quer aparecer como, para impressionar. Ou não domina bem o português ? Ou não leu e não gostou ? Se leu com um pouquinho de atenção, teria visto que não são palavras do Nassif, mas sim trechos de um livro de escritor americano (?). Será que a oposição está pagando até p/ estrangeiros fazerem papel de bobo aqui ?
Nandex
23 de outubro de 2015 10:34 pmÉ verdade, que em
É verdade, que em determinados países a educação é melhor, mas o nível de educação de um determinado país nem sempre é diretamente proporcional ao nível de conhecimento que um ser tenha em relação a si mesmo em comparação a um outro ser de outro país que não tenha o mesmo nível educacional; ás vezes o mérito é mais individual do que coletivo.
fh
24 de outubro de 2015 9:10 amVai pentear macaco e cuidar
Vai pentear macaco e cuidar do seu pais que so é sucesso por conta do dinheiro sujo. Vai uma lembrancinha dos cartazes que andam pela Züri Hbf
jorge assis
23 de outubro de 2015 6:31 pmcrise america x crise brasileira.
Nassif, não li o seu livro, mas concordo com vc em relação a crise brasileira hoje comparada com crise de 2011 nos estados unidos, os bancos americanos não tinham controle onde ocorrem as bolhas imobiliarias, no Brasil estamos passando pelo mesmo caus, os bancos financiaram o endividamento das familias brasileiras que hoje não tem como pagar o cosumo vem caindo o governo começa arrecadar menos que por sua vez se rende aos emprestimos e conseguentemente ficamos a merce dos bancos e cada vez se investe menos em educação, saúde e transporte, mas os politicos cade vez ficam mais ricos.
Paulo Cembranelli
23 de outubro de 2015 6:46 pmEspelho e Imagem
Sem dúvidas Nassif, o livro “O Sequestro da América” de Charles Ferguson, é um belo retrato do Brasil atual…
Planter_br
23 de outubro de 2015 6:50 pmNao leve a mal,mas
Gostaria sim que o “paralelo” fosse igual ao dos americanos,principalmente em salarios .Que o nosso “Real” fosse “paralelo” com o Dolar.Que a Saude fosse “Paralelo” com a deles. Enfim,acho que estamos é no “Meridiano”.
Mas as Multinacionais Americanas vão muito bem,obrigada,Aqui no Terceiro Mundinho,né
Os Bancos então nem se fale.
JEFFERSON NERY DE ALMEIDA
23 de outubro de 2015 7:24 pmNÃO ACUNHEM NOSSO CUNHA !!
PARE COM ESSA PERSEGUIÇÃO CONTRA NOSSO IRMÃO EDUARDO CUNHA !!!
Para vocês saberem, ele é um homem íntegro, membro da igreja “ COMUNIDADE EVANGÉLICA SARA NOSSA TERRA “, é uma Igreja Evangélica neopentecosta él séria , fundada, pelo Bispo Robson Rodovalho e pela Bispa Maria Lúcia Rodovalho , homens de DEUS..
Acreditem!!
Esse dinheiro que afirmam que nosso Eduardo possui ilegalmente na Suíça , é mentira !!. Conhecemos bem. Ele não gosta de dinheiro.!! O depósito nessa maldita conta, foi feita por um capeta que desceu do Planalto, para macular sua grade obra , seu grande ministério. Só pode ser obra da BESTA FERA Lula e Rousseff.
Deus abençoe a todos
Atus
23 de outubro de 2015 7:49 pmEvangélicos e a água de coco
O Cardeal Richilieu também era. E que grande filho da p_uta ele foi.
Felipe M T
23 de outubro de 2015 7:34 pmCuidados com o modelo apresentado
Desta maneira entramos num assunto que podemos utilizar neste tema que é o valor da moeda para os importadores e exportadores no Comércio Exterior. Para adicionar conhecimento irei falar de negócios exteriores ao nosso país tendo uma visão do Brasil e um país africano chamado Moçambique. Nós brasileiros nesta última década fizemos um investimento muito grande na África, em especial no Moçambique. É um país que tem 25 milhões de habitantes. Tem o português como idioma e a moeda é chamada Metical. Exportamos nossa Vale para explorar carvão, construímos uma fábrica de medicamentos, fizemos uma universidade e implantamos um projeto chamado ProSavana para desenvolver a agricultura local. Você sabia que apenas 1 Real é uma fortuna para eles, vale muitos meticais. Isto é, um comércio exterior elaborado para ser voltado a um país africano com um dos piores IDH ( índice de desenvolvimento humano) do mundo, esta visão que você postou é simplesmente carimbada por um mercado e comércio exterior relacionado para países capitalistas como o uso da moeda americana como manipuladora de mercado. Sabia que um grande pedaço de terra em Moçambique é comercializado por poucos reais. Os africanos adoram os brasileiros, nós tivemos Roberto Azevedo como primeiro brasileiro a ser presidente da OMC, por causa das suas relações que fez com a África. A relação cambial para o comércio exterior com a África foi vantajosa para nós aqui do Brasil. Exportamos por meio de comércio legal à nossa cultura, educação e saúde. Se lhe apresentarem um Mc Donald’s para os africanos, envolveria uma ética comercial exportada por americanos visando o capital como marca de um projeto. Aí pergunte a eles se possuem esta regra citada por você na postagem, eles achariam dependente também por dólar americano. Os americanos sabem manipular mercados, arriscar e são afastados de qualquer instabilidade social ou econômica. Precisamos dar valor não ao mercado exportador nocivo para o mundo. Não mudaremos de vida se não mudamos a vida. Que evolução combina apenas com instituições de mercado cambial? Temos que observar além disso, com olhar do comércio exterior beneficiando o social entre os países.
Jose Domingos
23 de outubro de 2015 7:45 pmOs EUA vão mal, mas o Brasil
Os EUA vão mal, mas o Brasil vai muito bem. Do site em que o Sr. trabalha. Notícia fresquina, de hoje.
http://economia.ig.com.br/2015-10-23/pais-fecha-95-mil-postos-de-trabalho-em-setembro-o-pior-resultado-desde-1992.html
Conde de Rochester
23 de outubro de 2015 10:49 pmAdmiravel Mundo Novo
O mundo passa por uma encruzilhada, nunca vista na estoria da humanidade.
Tudo é superlativo.
A miseria é superlativa.
A concentração de riqueza é superlativa.
A crueldade, o radicalismo, o fundamentalismo. Tudo leva a lembrar a idade média, novamente. A decadência de uma civilização.
É uma encruzilhada, porque a busca de riqueza até o inicio da idade contemporânea, estava difundida pelo mundo, as terras a serem conquistadas permaneciam a espera dos novos donos. A ciência era incipiente, a comunicação dentre as culturas era precária delimitada pelas distancias no mundo, restrito as regiões conhecidas. Tudo estava por se fazer. De cem anos para a atualidade, os saltos qualitativos foram totalmente desproporcionais em relação ao passado. Depois da segunda guerra mundial, nasceu uma nova utopia a espera de um futuro maravilhoso, a possibilidade pela primeira vez da construção de um mundo novo, mais justo e mais igual, construído pela própria humanidade. A guerra fria delimitou as ideologias a convencer os povos de quem estava com o melhor projeto de estabelecer este futuro desde sempre almejado por todos os povos do mundo.
Estamos numa encruzilhada porque a realidade, mais uma vez se impõem e demonstra de que o sonho continua firmando que esta busca do maravilhoso mundo novo, continua como quimera, uma utopia impossível de se realizar. A riqueza para tornar este mundo um paraiso idealizado pela gente de todos os tempos, existe. Os donos do Poder continuam os mesmos. Acontece que são extremamente pragmáticos e indiferentes com a miséria humana. As ultimas crises econômicas, pos segunda guerra, foram atenuadas de alguma maneira, porque não interessa para os donos do Poder, uma ruptura definitiva da estabilidade social, por mais que o destino da humanidade lhes seja indiferente, eles necessitam desta humanidade, obvio.
As diferenças, jamais deixarão de existir porque os seres humanos são intrínseca e completamente diferentes entre si. Diante das transformações cada vez mais presentes, inesperadas e contundentes, como as que vem ocorrendo, na área social, econômica, climática e geológica estas divisões de comportamento são retroalimentadas e tudo leva a crer que muito improvavelmente serão interrompidas. Porque necessita do trabalho, determinação e sacrifício do próprio homem, esperar que os donos do Poder façam este trabalho é de uma ingenuidade sem limites.
Não existem magica ou milagre para estabilizar uma economia em frangalhos, são necessários recursos financeiros e um ambiente favorável para atrair estes capitais.
Como fazer isto?
Discute-se interminavelmente e adota-se planos econômicos, muita vez apenas releitura de velhos planos econômicos e chegamos a dura constatação de que a tão almejada mudança, continua uma utopia inalcançável.
Quem e qdo e como respondera esta pergunta?
Estamos em um momento no presente que o futuro é completamente incerto. Todo novo processo de crescimento, sem planejamento social, inevitavelmente leva a maior concentração de riqueza. Quem tem que fazer isto são os políticos, os mandatários o administrador da coisa publica. Planos econômicos substituíram planos e a situação continua quase a mesma. Nada mudou para o individuo, a mesma realidade que lhe nega acesso a mudanças efetivas continua a mesma. Novos planos econômicos diferentes apenas na roupagem surgirão para manter as coisas como são. O pragmatismo na condução da política econômica sempre foi a marca do Poder. Não seguem escolas e muito menos modelos, a política econômica é operada de acordo com as circunstâncias.
Por estas bandas, a burocracia no Brasil esta encracalada desde o menor agente publico que dirige um município nos confins da selva amazônica a macro economia que distribui credito subsidiado para o latifúndio para o oligopolio para os carteis. A coisa é feia mesma…
Como favorecer economicamente o individuo, se o próprio individuo não tem noção de suas dificuldades e da necessidade de ser ele próprio o responsável pelas mudanças que o favoreçam. A dura realidade de que se nos recusamos enxergar é que a tal necessária distribuição não acontecera, por simples falta de condições de que se aproveite adequadamente com esta distribuição. Não são os bilionários os causadores da concentração da riqueza, são os próprios necessitados.
Ao Capital interessa o Capital. A politica interessa as circunstancias. Existem bilionários políticos, mas nem todo politico é bilionário. Enquanto as sociedades começaram a se organizar em razão da nova era iniciada com o surgimento da industrialização, as teorias economicas surgiram no intuito de ocupar as lacunas existentes, consequencia da falta empírica da sociedade desta nova realidade. A coisa foi rápida, desde o começo da industrialização e a nova organização financeira do mundo, até os dias atuais, ideologias nasceram e morreram e a velha costura que mantem a sociedade como grupamento organizado através do empirismo, repete a lei básica que vigora, desde que o homem passou a viver em grupamento no inicio da pré-história e o nascimento do comercio. A lei do mais forte predomina. Isto é fato. E lutar contra fatos é ingenuidade ou ma fé, por interesse. O que continua determinando no mundo a maneira de relacionamento social é a lei do mais forte. O capitalismo. E o Capitalismo é a maneira de que o Poder se utiliza para manter o Poder.
A politica defende os interesses de pessoas e de grupos de pessoas, geralmente, privilegiadas em detrimento da maioria, são os interesses pequenos, mesquinhos antiéticos a pequena politica, a irresponsabilidade, o radicalismo, o fundamentalismo os causadores da concentração da riqueza. Os bilionários são os favorecidos. Para os bilionários interessa apenas os negocios. Negocios. A ma fé e desonestidade fica a cargo do baixo escalão da sociedade, para os donos do poder, são negócios. E o que catalisa isto tudo é a ganancia. A ganancia é um tipo de loucura, um tipo de compulsão que escraviza, como escraviza os alcoolatras os toxicômanos, a obesidade mórbida.
O mundo todo segue no mesmo dilema. Enquanto o individuo não for colocado no centro das discussões, veremos os êxodos de populações inteiras se repetirem sem a existências de cataclismos, unicamente por causa da ganancia e da concentração da riqueza mundial. O socialismo que poderia dar certo é aquele que lembra a solidariedade e a fraternidade sugerida pelo cristianismo, mas quem cogita ao menos com esta possibilidade?
Riqueza não se cria, riqueza se descobre se incentiva e se distribui. Nunca antes na historia do mundo a riqueza esteve em patamar tão elevado, e sua concentração tambem.
Fala-se insistentemente que os planos economicos visam a estabilidade monetaria financeira, afim de despertar o interesse dos empresarios em investir e assim acionar o tão almejado ciclo virtuoso de crescimento, consequencia da confiança e da possibilidade de prosperidade. Pra quem tem dinheiro a prosperidade não tem mais significado são outros interesses, evidentemente que a estabilidade, tanto social como economica é o que interessa para todo mundo, acontece que nem sempre aqueles que atingem o poder com ( p ) minúsculo, nas mais diversas regiões do mundo, se pautam no bem da coletividade, nas mais das vezes manobrando no proprio interesse. E pior demagogicamente investindo contra os verdadeiros donos do Poder que detem todas as condições de se defender, assim a injusta distribuição de renda persiste e com ela a corrupção.
A riqueza existe e esta concentrada. Dar condições de que ela circule é tarefa dos governantes de plantão. Não é mais interessante para ninguem que a situação se mantenha desequilibrada como atualmente. Acontece que bilionario algum estara disposto a colocar a imensa fortuna amealhada, fruto de sacrificios e do destino favoravel, a merce dos oportunistas e visionarios que em nome do proprio interesse, debocham e monosprezam, por inepcia e ineficiencia da inteligencia alheia.
Politicos demagogos, semi analfabetos, novos ricos, facistas e fanaticos estão sempre a procura de assaltar o Poder em beneficio proprio e das causas destrambelhadas que defendem. Não são os trilionarios,os verdadeiros donos do Poder o culpado por este estado de coisas, os verdadeiros culpados são os representantes do baixo clero da sociedade, que manobram com a selvageria dos intintos primitivos de que se compraz a grande maioria dos habitantes desta civilização.
Sera possivel mudar o paradigma que sustenta tal sociedade?
Enquanto isto não acontece, os inocentes vão pagando a conta.
Para o mercado financeiro a recessão brutal é ótima, a liquidez passa a valer muito mais, as empresas estão de graça, dá para fazer ótimos negócios, imóveis despencaram de preço, as elétricas podem ser compradas a preço de baciada de banana na feira, as indústrias então imploram por um fundo estrangeiro caçador de pechinchas.
È logico que os interesses economicos dos donos do poder estão muitissimos bem resguardados, obvio. Ou se espera altruismo de quem governa o mundo diante da sanha devastadora, gananciosa do baixo clero, dos oportunistas, dos radicais, dos fanaticos que manipulam a massa que lhes sustentam?
O que vem ocorrendo no Brasil desde o fim do regime militar, é uma sucessão de propostas de crescimento, que nos finalmentes repetiram o mais do mesmo em beneficio proprio. Enrriquecimento pessoal, projetos megalomaniacos visando os proprios interesses, parece que brasilia sofre do mal que acomete o novo rico, que se lambuza e se torna um ridiculo personagem de ostentação ao conseguir se destacar da massa ordinaria de que provem.
Os donos do poder não farão o trabalho que favoreça a população como coletividade porque os oportunistas metem a mão na cumbuca na primeira oportunidade. Então esperar que se obre politicamente no intuito de implantar o tão almejado plano economico que interferira efetivamente nos fundamentos da economia, esta mais para utopia do que realidade factivel…
Toda esperança utópica de um admirável mundo novo pos segunda guerra mundial, esvanece como um sonho não realizado. O que advirá, qual a nova utopia a embalar os anseios do populacho?
Enquanto isto é uma salve-se quem puder. A classe média cooptada segue defendendo seus interesses, a desigualdade e a crueldade e a indiferença com os miseraveis é o triste designo que os mantem na precariedade de suas existências. A busca patológica de manter o status quo, custe o que custar justifica os crimes. Ou até mesmo, os piores crimes. Quem realmente se interessa em alterar este estado de coisa? E sera mesmo que cabe ao próprio homem ou teria ele condições e capacidade de realizar a tarefa? Ou por outro lado a postura mais adequada e racional seria considerar este o mundo possível e adequado para a atual humanidade. E como tanto apenas a aceitação e a acomodação atávica de todo sempre.
Acontece que de alguma forma, cada vez mais gente vem se incomodando com esta realidade, existe sim um estado psicológico de mudança mesmo que não se saiba para onde levara tal mudança. O mundo necessita de um novo sonho, de um Shangri-La.
Chico O Cavalo Manso
24 de outubro de 2015 12:02 amAgora, já posso dormir
Agora, já posso dormir tranquilo.
Cafezá
24 de outubro de 2015 4:39 amNos EUA, o quadro traçado
Nos EUA, o quadro traçado pelo post é uma questão endêmica. No Brasil se trata de uma fase, de uma onda subterrânea que necessita ser estancada. E será, pois o quadro é completamento diverso. Não consigo enxergar nenhuma semelhança com as trágicas circunstâncias pelas quais os EUA estão passando. “Pão ou pães é questão de opiniães. G.Rosa.”
sem palavras
24 de outubro de 2015 10:20 amSe esse quje foram fundados e
Se esse quje foram fundados e seguem preceito moral de gente de saiu da Europa para contruir algo melhor ainda cobram juros, voccê imagine[a em nações fundada e moralmente referenciada pelas piores escórias sociais degredadas da Europa?
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JURO DE 400% NO CARTÃO: NÃO TEM PREÇO
http://super.abril.com.br/blogs/crash/ta-assustado-com-o-dolar-alto-olha-onde-estao-os-juros-do-cartao-no-brasil/?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_super
COM CRISE OU SEM CRISE, BANCOS BRASILEIROS TÊM CADA VEZ MAIS LUCRO
http://opiniaoenoticia.com.br/economia/com-crise-ou-sem-crise-bancos-brasileiros-tem-cada-vez-mais-lucro/#.Vc42ofuGy7E.facebook
STF CONFIRMA LEGALIDADE DE MP QUE PREVÊ CAPITALIZAÇÃO DE JUROS
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/stf-confirma-legalidade-de-mp-que-definiu-juros-sobre-juros-no-mercado-financeiro
NYT: JUROS NO BRASIL FARIAM AGIOTA AMERICANO SENTIR VERGONHA
http://veja.abril.com.br/noticia/economia/nyt-juros-no-brasil-fariam-agiota-americano-sentir-vergonha
NO CARTÃO, JUROS DE QUASE 1000% AO ANO
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,no-cartao-juros-de-quase-1000-ao-ano,176932e
Caetano Scannavino
24 de outubro de 2015 11:29 amEconomês, sem precisar desenhar
“Numa cidade, os habitantes, endividados, estão vivendo à custa de crédito.
Por sorte, chega um gringo e entra no único hotel. Ele saca uma nota de R$ 100,00, põe no balcão e pede para ver um quarto.
Enquanto o gringo vê o quarto, o gerente do hotel sai correndo com a nota de R$ 100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas.
O açougueiro pega a nota, e vai até um criador de suínos a quem deve e paga tudo.
O criador, por sua vez, pega também a nota e corre ao veterinário para liquidar sua dívida.
O veterinário, com a nota de R$ 100,00 em mãos, vai até a zona pagar o que devia a uma prostituta (que em tempos de crise, também trabalha a crédito).
A prostituta sai com o dinheiro em direção ao hotel, lugar onde levava seus clientes, e como ultimamente não havia pago pelas acomodações, paga a conta de R$ 100,00.
Nesse momento, o gringo chega novamente ao balcão, pede sua nota de R$ 100,00 de volta, agradece e diz não ser o que esperava. Sai do hotel e da cidade.”
[recebido via whatsApp de um amigo]
PS: No final, talvez nem seja o hotel quem paga a conta, imaginando que vai registrá-la como diárias não-contabilizadas.
Miguel A. E. Corgosinho
24 de outubro de 2015 12:55 pmCOM A FIGURA ANIMADORA DOS
COM A FIGURA ANIMADORA DOS COXINHAS…
franciscopereira neto
24 de outubro de 2015 4:49 pmAquela máxima: Tudo que é bom para os EU é bom para o Brasil.
A propósito, nesta madrugada assisti na HBO Signature o programa Bill Maher com o candidato independente a presidencia dos EUA que se auto-descreve como um socialista democrático com uma plataforma política que tem tudo a ver com o que escreveu o autor desse livro.
Lá com cá os problemas são os acirramentos das posições dos Democratas e Republicanos que no fim das contas se comportam de maneira igual quando assumem o poder.
O programa na TV tinha tradução em portugues, mas infelizmente os dois vídeos segmentado do programa que selecionei no youtube não está traduzido. O debate foi interesantíssimo, pois parecia que eu estava vendo uma disputa política, como se fosse no Brasil.
[video:https://www.youtube.com/watch?v=hDRxbQlpqmo%5D
[video:https://www.youtube.com/watch?v=kTcNXM7g8-0%5D
Miguel A. E. Corgosinho
26 de outubro de 2015 2:39 amA LÓGICA FINANCISTA E OS PARALELOS
A LÓGICA FINANCISTA E OS PARALELOS COM O CAPITAL.
OS PAÍSES PASSAM POR UMA CRISE FINANCEIRA MUNDIAL, ISTO É, DE CAUSA FORMATIVA NO EXTERIOR. ESTE PONTO DE ASSOCIAÇÃO DO CAPITAL SE ENCONTRA DESENVOLVIDO NOS MEUS APONTAMENTOS PARA CONEXÃO DO ESTADO COM UMA CONSCIÊNCIA EXTERNA.
COMO PODEMOS NACIONALIZAR A HETEROGENEIDADE DO CAPITAL?
AS VARIANTES PARA ARRANJO DE GRANDEZA DO PROCESSO DE CRESCIMENTO ECONÔMICO: SUPONHA-SE QUE FOSSE CONCEBÍVEL QUE UMA DADA ECONOMIA PUDESSE PRODUZIR FLUXOS ADICIONAIS DE RENDIMENTOS PRODUTIVOS PARA UNIDADE CAPITALISTA NO CORRER DE ALGUM TEMPO.
1) COMEÇO COM ADAM SMITH E RICARDO: “A ANALISE ECONÔMICA SAIU DOS TRILHOS, NÃO POR CAUSA DA MUTAÇÃO TÉCNICA PER SE, MAS COMO CONSEQUENCIA DO FRACASSO EM RECONHECER-SE A DIVERSIDADE DE BENS DE CAPITAL REPRODUZÍVEIS, QUAISQUER QUE FOSSE O ESTADO DA TECNOLOGIA.”
OU SEJA: ENTENDE-SE POR SISTEMA ECONÔMICO DUAS FONTES DE ORIGEM DO DINHEIRO (O DÓLAR E O VALOR POR TECNOLOGIA DOS BANCOS) EM QUE, SEGUNDO A ABSTRAÇÃO DA RECIPROCIDADE EXTERNA E INTERNA, A BASE DE DIVISÃO DAS RIQUEZAS SE FUNDE NESSA VERSÃO CAMBIAL.
2) HEGEL – “O IDEAL” PÁGINA 113 – “CONSIDERA QUE EXISTE UMA REALIDADE EXTERIOR QUE, COMO TAL, POSSUI UM CARÁTER DETERMINADO, MAS CUJO INTERIOR, EM VEZ DE SE CONCRETIZAR NA FORMA DA UNIDADE DA ALMA, FICA NO ESTADO DE INDETERMINAÇÃO E ABSTRAÇÃO. POR ISSO ESTA INTERIORIDADE EM VEZ DE SER VERDADEIRAMENTE INTERIOR ENQUANTO IDEIA E DE IMPLICAR UM CONTEÚDO QUE ENCARNA UMA IDEIA, LIMITA-SE A APARECER COMO UNIDADE QUE TEM UMA DETERMINAÇÃO EXTERIOR.”
HEGEL DESCREVE ESSA RAZÃO: ‘NA FASE QUE NOS ENCONTRAMOS, A BELEZA (INTERNA) NÃO ALCANÇOU AINDA ESTA UNIDADE CONCRETA, A ELA ASPIRA COMO UM IDEAL”
NESTA TERCEIRA CITAÇÃO DE HEGEL (CAPITULO II), PROPONHO TORNAR ESSA UNIDADE CONCRETA DO IDEAL POSSÍVEL: “A FORMA INTERNA NATURAL, ENQUANTO ABSTRATA, É, POR UM LADO, UMA FORMA DETERMINADA E, PORTANTO, DELIMITADA, E IMPLICA, POR OUTRO LADO, UMA UNIDADE GRAÇAS A QUAL ELA SE REFERENCIA A SI MESMA”.
3) ME REFIRO AO DESAFIO DE MENSURAR AS VARIÁVEIS DA TOTALIDADE DO ACERVO DE VALORES NAS PALAVRAS DE THEDORE W. SHULTZ PÁGINA 15 – EDIÇÃO DE 1973: “A CONCEPÇÃO DE UM ACERVO DE VALORES QUE INCLUI TODAS AS FORMAS DE CAPITAL ATRAPALHA-SE DIANTE DO QUE PARECEM SER DIFICULDADES INSUPERÁVEIS, QUANDO SE TEM QUE ESPECIFICAR E MENSURAR A TOTALIDADE DO ACERVO DE CAPITAL”.
COM EFEITO, TODA EVOLUÇÃO ATRAPALHADA DO CAPITAL EXTERNO NO MOMENTO DESTINA-SE A ACARRETAR A QUEDA DA UNIDADE ABSTRATA E A SUA BUROCRACIA TECNOLÓGICA. POR QUE?
DAMOS O MESMO CONFINAMENTO AO CAPITAL EXTERNO E O MESMO MOVIMENTO COLETIVO AO CAPITAL DE CIRCULAÇÃO, QUANDO A HETEROGENEIDADE DO CAPITAL TECNOLÓGICO JÁ ULTRAPASSOU A VELHA FASE HEGEMÔNICA DE DINHEIRO FÍSICO.
A TECNOLOGIA SE TRANSFORMOU NA ALAVANCAGEM DO CAPITAL EXTERNO E CONTROLA ASCENSÃO DO MONOPÓLIO DE INTERPRETAÇÕES DAS NECESSIDADES DO ESTADO COMO FORÇA PROGRESSISTA, EM CUJO INTERIOR SE DEBATE O CONTEÚDO DAS CORPORAÇÕES FINANCEIRAS ANTAGÔNICAS, MAS CONSEGUE A CENTRALIZAÇÃO DE IGUAL FONTE DE ORIGEM DO DINHEIRO, NA MEDIDA QUE O CAPITAL SE REVELA COMUM A UNIDADE DE TODAS AS PESSOAS.
CARECEMOS DE ARRAIZAR O FUTURO NA FACE DA EXTERIORIDADE, PELA PATENTE MANIFESTAÇÃO DE TEMPO ESPAÇO COM A CRIAÇÃO POSITIVA DO MERCADO INTERNO, PARA QUE TENHA-SE A TECNOLOGIA QUALITATIVA JÁ NA ERA DA CONFIGURAÇÃO REAL DO VALOR TRABALHADO.
HEGEL, PÁGINA 114, TRATAVA DA MESMA MANEIRA A QUESTÃO IMPOSTA PARA FORMAS VELHAS E NOVAS COM UM ARRANJO DA UNIDADE CONCRETA AO SEGUIRMOS PARA DINHEIRO E VALOR = A RAZÃO DA ALMA: “A DETERMINAÇÃO EXTERIORMENTE IMPOSTA E NÃO IMANENTE, É EM GERAL DE NATUREZA QUANTITATIVA, AO PASSO QUE A QUALIDADE FAZ DE UMA COISA AQUILO QUE ELA É, TORNANDO-SE OUTRA SE A DETERMINAÇÃO QUANTITATIVA MUDA”.
QUESTÕES RESOLVIDAS COM O CAPITAL EXTERNO E MUDANÇAS TECNOLÓGICAS A RESPEITO DO NOSSO PASSADO: SHULTZ PÁGINA 19: “PARA OS OBJETIVOS DA ANÁLISE ECONÔMICA, O QUE SE DEVE ENTENDER POR TECNOLOGIA? POR QUE ELA SE ALTERA? QUAL A MELHOR MANEIRA DE SE LIDAR COM ELA? ESTAS SÃO PERGUNTAS DIFÍCEIS, NÃO RESOLVIDAS, DA MAIOR IMPORTÂNCIA. AO ANALISAR AS FONTES DO CRESCIMENTO ECONÔMICO. UM CONCEITO ENGLOBANTE DE TECNOLOGIA PRESUMIVELMENTE INCLUIRIA OS ATRIBUTOS TÉCNICOS DE TODOS OS FATORES E DE TODOS OS PRODUTOS.”
ASSIM CHEGAMOS A RAZÃO DA RAZÃO QUE É A CENTRALIZAÇÃO DA FONTE DE VALORES PARA AS NAÇÕES E A GESTÃO BUROCRÁTICA IMPLÍCITA NA HETEROGENEIDADE DO CAPITAL COM AS MUDANÇAS TECNOLÓGICAS APREENDIDAS PELO PENSAMENTO.
UMA QUESTÃO ÚNICA PARA ATIVIDADE INTERNACIONAL – PERANTE O PROBLEMA DA FALTA DE ESTRUTURA PARA ESPECIFICAR O CAPITAL E NO CASO DA MUDANÇA TECNOLÓGICA – SHULTZ, PÁGINA 29, REAFIRMA ONDE INCLUIREMOS DE IMEDIATO OS ATRIBUTOS DE TODOS OS FATORES DE UNIDADE DO SISTEMA ECONÔMICO: “O MODELO PURO DE ADAM SMITH É CONSISTENTEMENTE LEVADO A SEUS TERMOS PELA SUPOSIÇÃO DE QUE A ÚNICA FORMA DE CAPITAL É O CAPITAL DE CIRCULAÇÃO.”
UMA VEZ ESCLARECIDA ESTA PARTE DO MODELO TECNOLÓGICO, ESPERO COOPERAR COM A SIMETRIA DOS FATORES INTERNOS, EM ATRIBUTO TAMBÉM À CONSCIÊNCIA EXTERNA DO TEMPO ESPAÇO, A QUAL ESTARÁ CARACTERIZADA COMO UNIDADE ABSTRATA SEMPRE IGUAL A DETERMINAÇÃO ORIGINÁRIA PARA TORNAR-SE DIRETAMENTE A EXTERIORIDADE IMANENTE DOS ESTADOS.
Mr Johnson Pablo
12 de agosto de 2017 2:46 amVocê precisa de empréstimo?
Olá, Você precisa de empréstimo? Você pode resolver seus problemas quando chegar aqui. Sou a Sra Anna. Do Brasil, na semana passada, na segunda-feira, eu estava buscando empréstimo para pagar minhas contas, então entrei em mãos de fraudes diferentes e eu fui fraudado por credor diferente. Se não fosse pela senhora que é minha melhor amiga, Mercy, ela me apresenta o Sr. Johnson Pablo (CEO) JOHNSON PABLO LOAN COMPANY, e ele me ajuda com um empréstimo de 100.000,00 dólares sem estresse. Então, minhas boas pessoas do Brasil, você pode contatá-lo por e-mail: [email protected] E não se esqueça de lhe dizer que eu o envio à sua empresa.